A divulgação nas redes sociais do “novo” mascote feito pela torcida do Remo gerou polêmica. O clube utilizou a sua conta oficial no microblog Twitter para afirmar que não existe outro mascote oficial da agremiação e que o único é o “Leão Malino”.
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Na publicação, o Remo afirma que o mascote oficial é registrado e protegido por lei e que não irá tolerar o uso indevido e não autorizado do mascote. A diretoria azulina afirma que acionou o departamento jurídico e que irá tomar as medidas judiciais para que se façam valer os direitos do clube.
O mascote batizado de “Felino” foi feito por um grupo de torcedores e que ficaria exclusivamente na arquibancada em dias de jogos, além de realizar ações sociais. A equipe de OLiberal entrou em contato com Flávio Soeiro, um dos coordenadores do projeto do mascote. Soeiro afirma que a intenção não era prejudicar o clube e que algumas modificações serão realizadas no boneco, além de agora ser um mascote de uma torcida organizada do clube.
“A intenção era fazer uma surpresa para a torcida, por isso não procurei o clube, esse foi o nosso erro. Não sabia que teria essa proporção ruim e que o clube sofresse algo com nessa situação, em nenhum momento usei de má fé e a intenção não era essa. Vamos rever algumas coisas do projeto, mas agora o ‘Felino’ está como mascote da torcida do Trovão Azul, que chamou a responsabilidade. Agora vamos mudar algumas coisas, ele não está idêntico como estão falando e a intenção não era plagiar e muito menos rivalizar”, disse.
Flávio Soeiro foi o intérprete do “Leão Malino”, mascote oficial do Remo. Ele ocupou a função de 2016 até final de 2019.