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Flamengo vence o Remo sem dificuldades e empurra azulinos para a lanterna da Série A

Apesar de criar boas oportunidades, o Leão Azul pecou nas finalizações e foi dominado pelo time carioca

O Liberal

O Clube do Remo lutou o quanto pôde, mas a ida ao Maracanã evidenciou o abismo técnico em relação ao Flamengo. Em noite dominante, o time rubro-negro transformou o jogo da 7ª rodada em um passeio e venceu por 3 a 0.

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Léo Ortiz marcou no primeiro tempo. Samuel Lino e Luís Araújo completaram o placar, que empurrou os azulinos para a última posição, com apenas três pontos.

1º Tempo

Nos primeiros minutos, o Remo se mostrou desorganizado e permitiu ao Flamengo trocar passes com liberdade. A primeira chegada azulina veio aos cinco, com Vitor Bueno finalizando sem dificuldade para Rossi. Na sequência, Marcelinho cruzou para a área, e o próprio Bueno tentou completar, mas parou novamente no goleiro.

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O Flamengo respondeu aos nove minutos, quando Arrascaeta avançou pela direita e cruzou para Samuel Lino. O atacante ajeitou e finalizou, mas teve o chute bloqueado pela defesa remista.

Com o passar do tempo, o Remo se soltou e passou a criar mais oportunidades. Em uma delas, Alef Manga invadiu a área pela esquerda e chutou cruzado, mas Jajá chegou atrasado e não conseguiu completar.

Após um início irregular, o time azulino se organizou melhor em campo, com boa ocupação do meio-campo no esquema 4-4-2. A equipe ganhou consistência, mas ainda pecava na presença ofensiva dentro da área.

Quando o jogo parecia equilibrado, o Flamengo abriu o placar. Arrascaeta cobrou escanteio, e Léo Ortiz subiu livre para cabecear no canto direito de Marcelo Rangel.

Mesmo atrás no marcador, o Remo seguiu tentando, mas esbarrou na falta de eficiência. Patrick de Paula desperdiçou boa chance ao chutar por cima em lance claro, enquanto o Flamengo, mais presente na área, ainda criou jogadas de efeito, como a tentativa de bicicleta de Pedro.

2º Tempo

Na etapa complementar, os dois times voltaram sem mudanças, mas os donos da casa mantiveram a postura eficiente. Logo aos dois minutos, Samuel Lino invadiu a área, fez boa tabelinha e marcou o segundo gol, ampliando para 2 a 0.

O início do segundo tempo se mostrou uma tragédia para os azulinos. Com o Flamengo alheio a isso, não demorou para sair o terceiro. Aos sete, após troca de passes na área, a bola sobrou para Luís Araújo, que finalizou no canto de Rangel: 3 a 0.

Com o passar do tempo, a diferença técnica entre as equipes ficou nítida. Se no primeiro tempo o Remo ofereceu resistência, na etapa final a defesa azulina ficou exposta, sofrendo ataques constantes, por todos os lados.

Na tentativa de diminuir o prejuízo, Léo Condé mexeu no time e promoveu as entradas de Pikachu e Patrick. Do outro lado, no entanto, vieram Lucas Paquetá, Carrascal e Varela, o que dificultou qualquer reação azulina.

O fim da partida foi um verdadeiro teste de sobrevivência. Recuado, o Remo passou a assistir o Flamengo jogar. Sem Vitor Bueno na ligação, o que estava ruim piorou. A preocupação dos azulinos nessa altura do jogo era evitar uma goleada

No fim das contas, poderia ter sido pior, não fosse a valentia do primeiro tempo remista, que impediu uma goleada histórica. Os azulinos deixam o Rio de Janeiro com um dever de casa que precisa ser feito diante do Bahia, no domingo (22), caso queiram permanecer na Série A.

Ficha técnica

Data: 19/03/2026
Horário: 20h (de Brasília)
Local: Estádio do Maracanã, Rio de Janeiro
Árbitro: Paulo Cesar Zanovelli da Silva (MG)
Assistentes: Neuza Ines Back (SP) e Carlos Eduardo Ribeiro Santos (MT)
VAR: Daiane Muniz (SP) 

Cartões Amarelos: Erick Pulgar, Léo Pereira (Flamengo) Patrick de Paula, Zé Welison (Remo)

Flamengo: Rossi; Emerson Royal (Varela), Léo Ortiz, Léo Pereira, Alex Sandro (Ayrton Lucas); Erick, Jorginho (Everton), De Arrascaeta (Lucas Paquetá), Luís Araújo; Samuel Lino (Carrascal) e Pedro
Técnico: Léo Jardim

Remo: Marcelo Rangel; Marcelinho, Marllon, Kayky Almeida, Tchamba; Zé Ricardo (Jáderson), Picco (Zé Welison), Patrick de Paula (Gabriel Taliari), Vitor Bueno (Yago Pikachu); Jajá (Patrick) e Alef Manga.
Técnico: Léo Condé