Maior campeão da Copa Verde, Paysandu busca o tetra e jogador relembra primeiro título: ‘especial' Duelo entre Leão Azul x Águia do Souza pela semifinal do Parazão tem Remo com a vantagem do empate para avançar Fábio Will 31.03.24 8h30 Augusto Recife (de preto) segurando a taça da Copa Verde 2016 (Fernando Torres / Paysandu) De olho no tetra, Paysandu inicia a disputa da semifinal da Copa Verde na próxima quarta-feira (3), contra o Remo, no Mangueirão. O Papão da Curuzu é o maior detentor de títulos da competição regional com três conquistas e a primeira, em 2016, diante do Gama-DF na grande final, possui um sabor especial para um jogador que fez parte daquela campanha. A equipe de O Liberal conversou com o meio-campista Augusto Recife, que foi um dos símbolos daquela conquista marcante para o torcedor e para o clube alviceleste. Atualmente com 40 anos, Augusto Recife ainda não pendurou as chuteiras e segue na ativa. Sem clube no momento, mas com algumas propostas, o jogador relembrou a conquista da Copa Verde 2016, o primeiro do Paysandu e do Estado do Pará na competição regional. Para Recife, a o título teve um peso e um sabor diferente. “Teve um sabor especial essa conquista, pois em 2014, na primeira edição da Copa Verde, batemos na trave na final contra o Brasília-DF, onde perdemos nos pênaltis. Em 2015 saímos para o Remo também nos pênaltis. Já em 2016 foi maravilhoso, foi a primeira conquista e teve um gosto especial”, disse. Papão levantou a taça da Copa Verde pela primeira vez em 2016 (Fernando Torres / Paysandu) Assista os gols da final Maior rival Para conquistar o tetra da Copa Verde, o Paysandu precisa primeiro passar para a final e terá pela frente o Remo, seu maior rival, em duas partidas. Para Augusto Recife, os duelos mais difíceis foram os jogos contra o Remo e relembrou os clássicos diante do Leão, na semifinal de 2016, em que o Papão da Curuzu “amassou” o rival e venceu os dois jogos. “Os jogos mais difíceis foram os clássicos contra o Remo. O Re-Pa é diferente, os dois jogos foram complicados, existe a rivalidade, a pressão a tensão e por isso foram partidas difíceis”, comentou. Assista aos gols do clássico Re-Pa Elenco sem vaidade Recife fez questão de exaltar o elenco do Paysandu naquele ano. Para o jogador, o ambiente foi o melhor possível naquela temporada, que terminou com o clube bicolor levantando as taças do Parazão e Copa Verde. Augusto Recife falou do comprometimento do time e da forma como os jogadores costumavam trabalhar. “Tínhamos jogadores experientes, alguns remanescentes da temporada 2015, além de outros que chegaram para nos ajudar, destaco o Lucas Siqueira e o Raí, que foram decisivos. O diferencial do nosso time foi a união, nosso grupo era feito de jogadores com um currículo de equipes de Série A, mas não existia vaidades e todos remavam para o mesmo lado”, falou. Recife comemorando um gol pelo Papão (Akira Onuma / Arquivo O Liberal) Fora de campo O meio-campista relembrou uma situação em que o staff do Paysandu trabalhou de uma forma para driblar o assédio dos torcedores, em um momento de euforia, após a conquista do título do Parazão. “O que marcou muito essa conquista de 2016 da Copa Verde foi o nosso staff, que trabalhou muito bem. Depois do primeiro jogo da final contra o Gama, já tínhamos uma final do Paraense. Ganhamos do Gama, no final de semana teve a decisão do Paraense, fomos campeões e rapidamente saímos da comemoração, trabalhamos na Curuzu, pegamos o voo e chegamos em Brasília (DF). Eles (staff) soltaram uma nota da saída do time, mas embarcamos em outro horário, para driblar toda essa situação, de torcida no aeroporto, estávamos focados em conquistar o título e isso marcou o comprometimento em conquistar o objetivo”, relembrou. Papão sempre presente Recife e Paysandu é uma história com vários capítulos e que teve um final feliz mais de uma década depois. O jogador revelou que o clube está marcado em seu coração e que teve a oportunidade de jogar pelo Papão em 2005, mas o destino tinha outros planos. “O Paysandu tem um peso muito grande na minha vida. Fui muito feliz em Belém e clube está na minha vida desde 2002, quando perdi a Copa dos Campeões para o Paysandu, na época jogava no Cruzueiro-MG. Em 2005 estava no Inter-RS e o presidente Tourinho me procurou, mas não pude ir. Surgiu a oportunidade em 2014, confesso que não queria ir para Belém, pois estava no Joinville-SC, tinha mais um ano de contrato e naquele momento não passava pela minha cabeça sair. Mas o interesse do Paysandu foi grande e resolvi aceitar, mas fui tão bem recebido pelos funcionários, torcida e o coração foi amolecendo, as coisas começaram a dar certo. Era para ficar um ano e acabei ficando quatro”, finalizou. Campanha do Paysandu na Copa Verde 2016 Primeira fase Fast-AM 1 x 1 Paysandu Paysandu 3 x 0 Fast-AM Segunda fase Paysandu 1 x 0 Rio Branco-AC Rio Branco-AC 2 x 5 Paysandu Semifinal Paysandu 2 x 1 Remo Remo 2 x 4 Paysandu Final Paysandu 2 x 0 Gama-DF Gama 2 x 1 Paysandu Assine O Liberal e confira mais conteúdos e colunistas. 🗞 Entre no nosso grupo de notícias no WhatsApp e Telegram 📱 Palavras-chave esportes paysandu paysandu copa verde futebol augusto recife COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA Paysandu . Desculpe pela interrupção. Detectamos que você possui um bloqueador de anúncios ativo! Oferecemos notícia e informação de graça, mas produzir conteúdo de qualidade não é. 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