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Era Itamar Schulle: conheça alguns aspectos do Paysandu até aqui

São apenas quatro jogos, mas vários aspectos do Papão são visíveis

Andre Gomes

A temporada começou com muitas dúvidas em torno do Paysandu. Após a decepção com o não acesso à Série B, o clube iniciou a reformulação do elenco e trouxe o técnico Itamar Schulle. Apenas quatro jogos se passaram, três no Parazão 2021 e um na Copa do Brasil. Mas já é possível notar um pouco das ideias do treinador. E a equipe de O Liberal enumerou algumas delas.

Bruno Collaço foi bastante explorado contra o Carajás (Jorge Luiz/Paysandu)

Laterais no apoio, mas sem afobação

Até por escolher jogar mais pelos lados, Itamar não abre mão que os laterais se apresentem - seja Israel pela direita ou Bruno Colaço ou Diego Matos na esquerda. Até para explorar a qualidade de Nicolas nos cabeceios - a altura do atacante Gabriel Barbosa tambem é uma arma para isto.

Neste processo, a defesa não é esquecida. Quando o lateral de um lado apoia, o outro ajuda atrás, para que a defesa não fique desprotegida. Ao mesmo tempo, este jogador que mais recuado fica preparado para uma possível virada de jogo, quando o Papão atrai o seu adversário para um lado do campo. Isso ajuda para que o Paysandu ataque sem perder o equilíbrio defensivo (prova disso: apenas dois gols tomados em quatro partidas).

Igor Goularte deu o passe para o gol de Nicolas na estreia e fez bonita jogada na virada contra o Pica-Pau (Jorge Luiz / Paysandu)

Pontas centralizados

Enquanto isso, com o movimento dos laterais, os pontas procuram centralizar mais e oferecer uma maior presença na área do adversário. Ou se posicionam em condição de ir para o um contra um ou para o passe final para Nicolas. Contra o Carajás, Ari Moura e Igor Goularte foram essenciais nisto.

Jhonnatan chega com status de titular entre os volantes (Jorge Luiz/Paysandu)

Movimentação dos volantes

Contratado como zagueiro, Denilson tem atuado mais como um primeiro homem de meio-campo, mas que, para ajudar saída de bola, recua até aos zagueiros Yan e Perema (que não são fortes no passe). Além disso, o ex-Santa Cruz se torna mais uma força no jogo aéreo (já marcou um gol) e tenta sair para o bote.

Já os parceiros de Denilson - Ratinho ou Elyeser - ficam mais adiantados e tentam ser o elemento surpresa no ataque. Jhonnatan, quando estrear, é o favorito para assumir esta função, que tsmbem serve para que o meia Ruy não precise baixar tanto no campo e possa estar mais próximo da área e, principalmente, do artilheiro Nicolas.

Paysandu
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