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Técnico do Paysandu valoriza vitória sobre o Capitão Poço e desvia foco do Re-Pa: “Não quero saber”

“O nosso foco único é a Tuna”, disse Júnior Rocha quando questionado sobre a preparação para o clássico Rei da Amazônia. 

Caio Maia

Após a vitória por 1 a 0 sobre o Capitão Poço, neste domingo (1º), na Curuzu, o técnico do Paysandu, Júnior Rocha, destacou a importância do resultado e explicou a orientação passada ao elenco para arriscar mais finalizações durante a partida. O triunfo bicolor foi definido nos acréscimos da etapa final, com um chute de fora da área de Kleiton Pego.

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Segundo o treinador, a comissão técnica incentiva os atletas a concluírem as jogadas sempre que houver espaço. Para ele, a insistência nesse fundamento aumenta as chances de sucesso, seja por desvios, falhas do goleiro ou até pelas condições do gramado.

“Somos a favor de o atleta finalizar. A orientação é acertar o gol, porque pode ter um desvio, o goleiro falhar ou até o gramado ajudar. Hoje, tivemos a felicidade de pegar bem, como foi com o Kleiton”, afirmou.

Júnior Rocha também elogiou a evolução de Kleiton Pego, autor do gol da vitória, especialmente no quesito finalização. Conhecido por atuar aberto pelos lados do campo e explorar o drible, o jogador vem sendo cobrado e demonstrando dedicação para melhorar esse aspecto nos treinamentos.

“Ele gosta de ir à beirada e driblar, e acaba levando essa fama de ser menos finalizador, mas vem treinando isso. Nesta semana, por exemplo, complementou atividades com finalização em duas oportunidades”, revelou.

Ao ser questionado sobre o clássico Re-Pa, o treinador fez questão de frear qualquer projeção e deixou claro que o foco do Paysandu está totalmente voltado para o próximo compromisso no Campeonato Paraense, contra a Tuna Luso, na quarta-feira (4). Júnior Rocha ressaltou que o momento é de construção e adaptação, sobretudo por se tratar de um elenco reformulado.

“O nosso foco único é a Tuna. Não quero nem saber de Re-Pa agora. Vamos jogo a jogo, nos adaptando à cidade, à filosofia e à metodologia de trabalho. No início dá vontade até de chorar, porque o atleta precisa entender o modelo. Cada um vem com seus vícios, e queremos que eles não pratiquem os nossos. É doloroso, mas todo ano é assim, ainda mais com elenco novo”, concluiu.