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Técnico do Paysandu critica arbitragem após empate com o Brusque pela Série C: ‘confusa’

Júnior Rocha gostou do desempenho da equipe e pediu mais efetividade ao time na hora de decidir a partida

Fábio Will

O empate em 1 a 1 com o Brusque, dentro da Curuzu, “ligou o sinal de alerta” no Paysandu. O técnico Júnior Rocha avaliou como positiva a partida do Papão, porém, não aliviou a arbitragem, que segundo o treinador, teve uma atuação confusa.

Em entrevista coletiva após o jogo, Júnior Rocha criticou a arbitragem de Tarcizo Pinheiro Caetano, do Rio de Janeiro (RJ). O técnico bicolor afirmou que em todos os lances capitais da partida foram confusos, inclusive no pênalti marcado para o Paysandu, que segundo o técnico do Papão classificou como “duvidoso”.

“Estamos em uma sina. Temos que fazer dois gols pra valer um. Foi assim contra o Volta Redonda-RJ e hoje novamente. No momento, esse gol faria total diferença na partida, pois estávamos em cima do adversário e um gol anulado daquela maneira, sem ninguém entender. Eu não falo de arbitragem, não sou capacitado para isso, mas se sai gol era um momento em que o jogo se tornaria totalmente diferente. O gol também que o Brusque fez achei carga em cima do Marcinho, um pênalti que ele deu pra nós também foi duvidoso Enfim... uma arbitragem confusa de Série C”, disse.

Júnior Rocha também exaltou a partida feita pelo Paysandu que, mesmo atrás do placar teve paciência para buscar o placar, porém, não aliviou na questão da efetividade na hora de decidir as jogadas.

“Não posso deixar de enaltecer a partida que fizemos. O volume de jogo, as chances criadas e é continuar insistindo, para que tenhamos uma efetividade melhor nas partidas e não passarmos esses sustos como ocorreu hoje com a arbitragem”, comentou.

O comandante bicolor falou sobre a demora em mexer na equipe. Segundo Rocha, ele viu um time compacto e sem jogadores abaixo de seu rendimento e por isso decidiu seguir com eles em campo.

“Não vi diferença nossa do primeiro para o segundo tempo. Vi meu time superior, buscando os gols. As trocas [não foram feitas antes] porque não tinha jogador abaixo e não faz sentido trocar. Fizemos um jogo muito equilibrado e o que pedimos, mesmo atrás do placar, nossa equipe não pode desorganizar. Se isso ocorrer vamos fazer coisas que a agente não treina e fazer isso a possibilidade de dar errado é muito grande”, finalizou.