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Schulle lamenta resultado, fala sobre pênalti e afirma que derrota serve de aprendizado

Treinador bicolor lamentou gols perdidos pelo Paysandu e afirma que o elenco vai manter o foco no objetivo final do clube

Redação Integrada

A derrota do Paysandu dentro da Curuzu para o Remo servirá de aprendizado. É o pensamento do técnico bicolor Itamar Schulle, que fez questão de explicar á torcida os motivos do atacante Marlon ter batido o pênalti, além de elogiar a qualidade do Remo e a eficiência do time azulino nas finalizações.

“Foi um jogo de chances criadas pelos dois lados e nós tivemos situações claras de gols e não fizemos. O adversário finalizou menos que o Paysandu, só que elas entraram e as nossas infelizmente não conseguimos convertê-las em gol e tudo isso serve das nossas observações para a sequência”, disse.

Schulle explicou que não atuou com três zagueiros e explicou os motivos do atacante Marlon ter batido o pênalti e não Nicolas, artilheiro do Paysandu na temporada.

“Não jogamos com três zagueiros, atuamos com o Denilson da mesma forma quando enfrentamos o Madureira-RJ. O Marlon é um jogador que possui boa bola parada, possui personalidade, por isso pediu para bater o pênalti e têm um aproveitamento muito bom. O Nicolas está na terceira temporada e ele não bate pênalti. Ele não é o batedor, nunca foi um batedor de partida a não ser quando existe uma disputa de penalidades. Então sempre tiveram outros atletas, nós treinamos e cada um sabe o aproveitamento e no momento o Marlon era um dos que treina muito bem. São fatalidades eu ocorrem na vida de um atleta”, falou.

O treinador foi questionado sobre uma possível superioridade remista na partida, principalmente na questão de meio de campo. Schulle afirmou que o Paysandu teve mais chances, pecou nas finalizações, mas que enfrentou um time qualificado e de Série B.

“Cada um possui uma visão, não vi que a superioridade no meio de campo foi um fator determinante. Jogamos contra uma grande equipe, bem organizada, de Série B, isso não vamos tirar. Mas a superioridade é olhar números também, como oportunidades criadas e desperdiçadas. No segundo tempo tivemos chances no início, uma penalidade, se essas chances fossem convertidas estaríamos falando aqui de uma outra partida”, comentou.

ASSUNTO DE VESTIÁRIO

O comandante alviceleste sabe das dificuldades e comentou sobre os gols tomados, porém não quis tratar sobre o tema e disse eu de forma interna vai conversar com os jogadores.

“Internamente vou conversar com os atletas, lembro dos gols, revi os gols então não é o momento de analisar A ou B, sei o que ocorreu e cada um vai saber o que fez, mas de forma interna. A imprensa quer a resposta, mas existem detalhes que são de vestiário”, finalizou.