Linha emergencial do BNDES liberou R$ 92 bi a pequenos e médios empresários

O programa emergencial de acesso a crédito do BNDES respondeu em cinco meses por 15% da carteira de crédito de todo o sistema para pequenas e médias empresas

Agência Estado

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano, disse nesta sexta-feira, 27, que a principal linha do banco para pequenas e médias empresas na pandemia vai fechar novembro com R$ 92 bilhões liberados.

Lançado no âmbito do Fundo Garantidor para Investimentos (FGI), o programa emergencial de acesso a crédito do BNDES respondeu em cinco meses por 15% da carteira de crédito de todo o sistema para pequenas e médias empresas, destacou o presidente do banco de desenvolvimento em congresso virtual promovido pela Anbima em parceria com a B3.

"O fundo garantidor de crédito vai ter originado R$ 92 bilhões para pequenos e médios empresários do Brasil, e poucas grandes empresas, até o fim do mês, quando se encerra programa", disse Montezano, que qualificou a linha como a "grande estrela" do BNDES na pandemia.

Desinvestimento

O presidente do BNDES disse que o banco de desenvolvimento não tem pressa em avançar com o programa de desinvestimento, que, após paralisação causada pela pandemia, foi retomado em agosto com venda de ações da Vale.

"Temos noção do tamanho do banco. O nosso objetivo é fazer da forma mais suave possível. Não temos pressa, temos até dezembro de 22 para concluir o programa", afirmou Montezano.

Segundo Montezano, quem determina o ritmo é o mercado, e o banco colocará suas participações em empresas à venda conforme os investidores demandarem os papéis a preços "adequados".

Economia
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