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Pabllo Vittar dança ‘rock doido’ em Belém e celebra ligação com o Pará

Em seus stories no Instagram, a cantora surge dançando o ritmo acelerado que marca o chamado “rock doido”, expressão popular das festas de aparelhagem paraenses

Fabyo Cruz

A cantora e drag queen Pabllo Vittar movimentou as redes sociais neste domingo (17) após aparecer dançando o tradicional “rock doido” durante sua passagem por Belém. A artista se apresentou na capital paraense na noite de sábado (16) e compartilhou momentos de descontração, reforçando a conexão afetiva que mantém com o Pará.


Em seus stories no Instagram, Pabllo surge dançando o ritmo acelerado que marca o chamado “rock doido”, expressão popular das festas de aparelhagem paraenses. Apesar do nome, o termo não faz referência ao gênero rock tradicional, mas sim a um fenômeno cultural ligado ao tecnobrega, caracterizado por batidas intensas, dança frenética, luzes, pirotecnia e clima de celebração coletiva.

O “rock doido” é considerado uma das manifestações mais emblemáticas da cultura popular amazônica contemporânea, reunindo multidões em festas de aparelhagem e ganhando notoriedade nacional nos últimos anos. A dança da cantora em suas redes sociais foi celebrada por fãs paraenses, que destacaram a identificação da artista com as expressões culturais do Estado.

Uma das maiores artistas pop do Brasil e a drag queen mais seguida do mundo nas redes sociais, Pabllo Vittar nasceu no Maranhão, mas construiu parte importante de sua trajetória no Pará. Em 2024, durante participação no programa Altas Horas, a cantora relembrou a infância vivida em cidades paraenses e destacou o vínculo com a região.

“Eu sou maranhense, né, mas fui para o Pará bebezinho. Morei em Santa Izabel do Pará por 13 anos da minha vida, e também vivi em Castanhal, Ananindeua e Belém, por assim dizer. O Pará está nas minhas raízes”, afirmou a artista na ocasião.

Na mesma declaração, Pabllo também ressaltou a importância cultural do Estado em sua formação artística. “Estou muito feliz de estar aqui hoje homenageando essa terra que tanto amo e que tanto me abraçou”, disse.

Dona de sucessos como K.O., Corpo Sensual e Amor de Quê, a cantora frequentemente demonstra proximidade com a cultura amazônica e já incorporou referências nortistas em apresentações e entrevistas. A passagem por Belém, desta vez, ganhou repercussão justamente por reforçar essa relação com o público paraense e com uma das expressões culturais mais populares das periferias da região.