Luana Piovani ataca Trump e chama presidente dos EUA de pedófilo
Atriz fez a acusação em seus stories e referiu-se à polêmica envolvendo o ex-presidente com Jeffrey Epstein
A atriz Luana Piovani chamou Donald Trump de 'pedófilo' em seus stories do Instagram nesta quarta-feira (8), após dirigir críticas a celebridades brasileiras. A artista brasileira, que já havia criticado famosos do país, foi direta ao se posicionar sobre a polêmica envolvendo o presidente dos Estados Unidos.
Em sua publicação, Piovani escreveu em inglês: “North America has a ped0phile as a president and… shit like that is considered OK”. Em tradução para o português, a frase significa: “A América do Norte tem um pedófilo como presidente e… merda desse tipo é considerada normal.”
A conexão entre Donald Trump e Jeffrey Epstein
O presidente dos Estados Unidos estave envolvido em uma polêmica internacional. Ela foi originada nos crimes sexuais cometidos pelo financista condenado Jeffrey Epstein, que morreu em 2019. Trump e Epstein foram amigos na década de 1990 e no início dos anos 2000.
A relação de proximidade entre os dois gerou uma crise para o então governo de Donald Trump. O nome do presidente americano apareceu em uma lista relacionada a Epstein, embora Trump nunca tenha sido acusado de qualquer irregularidade ligada ao caso.
Entenda o caso Jeffrey Epstein
Em 2008, Jeffrey Epstein firmou um acordo judicial após os pais de uma menina de 14 anos denunciarem à polícia da Flórida que ele havia molestado a jovem na casa dele em Palm Beach. Fotos de meninas foram encontradas na residência do financista e ele foi condenado por solicitar prostituição a uma menor de idade.
Onze anos depois, em 2019, o empresário foi novamente acusado, desta vez de administrar uma rede sexual com meninas menores de idade. Ele morreu na prisão enquanto aguardava julgamento, e sua morte foi oficialmente considerada suicídio.
Registros mostram que Donald Trump e Jeffrey Epstein foram fotografados juntos diversas vezes e mantiveram uma amizade por muitos anos. Dados de Trump constavam na chamada 'agenda preta' de contatos de Epstein. Em 2002, o próprio Trump descreveu Epstein publicamente como um “cara fantástico”.