Após um carro de som levar informações do mundo externo para os participantes de "A Fazenda 15" na última terça-feira (31), a apresentadora do programa Adriane Galisteu detonou a atitude e disse que a ação é de "uma pessoa que não gosta da Fazenda, não gosta do jogo". Veja:
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"É uma pessoa que não gosta da Fazenda, não gosta do jogo, não gosta do fair play, não gosta da brincadeira, porque a gente não pode esquecer é um jogo que vale R$ 1,5 milhão. Se você conta alguma coisa que pode estragar a brincadeira, você pode mexer com alguém lá dentro, você pode contar uma coisa que é um segredo nosso. Nosso que eu falo é o meu, como apresentadora do público, de quem é fã da Fazenda, porque a gente fala coisas que eles nem sonham que a gente tá vendo e falando e acompanhando”, disse Galisteu ao jornalista Muka no Space do Muka, no X (antigo Twitter).
Galisteu revelou também uma conversa confidencial que teve com Rachel Sheherazade - expulsa do reality por agressão - sobre a dimensão que as informações chegam a ter fora do reality.
“A própria Rachel falou pra mim: ‘Eu fiquei tão surpresa. Quando eu cheguei em casa e minha mãe começou a contar coisas pra mim que eu falei: gente, mas como é que você sabe disso? aí, ela falou: a gente assistiu no Play Plus, a Adriane falou. Cara, a gente não tem essa noção quando a gente tá lá dentro, né? Muito diferente’. Então, imagina a interferência que tem um carro de som”, disse a apresentadora.
Galisteu disse que a pessoa não é a favor da dinâmica, que é confinar várias subcelebridades que disputam o prêmio milionário. “Por mais que esteja falando uma coisa que pode ser que não tenha nada a ver com a verdade, ela pode mexer muito no jogo e pode estragar o game, inclusive, eu não tenho dúvida de que quem faz isso é o espírito de porco, né? Porque não faz sentido fazer um negócio desse, não é a favor do programa, não é a favor de um peão ou uma peoa. Isso é contra tudo e não tem graça”, reclamou.
“E você sabe que esse carro de som, ele não estava próximo da Fazenda. Ele estava bem distante, tava bem longe e era um carro bem forte porque dava deu para ouvir, né? Vou te falar que a gente também tem que lidar com questões aqui de fora que não dá para acreditar, porque a gente parte do princípio que as pessoas, por mais que tenham torcidas e que isso vira uma paixão, não dá para estragar o game, né? Aí já é brincadeira que estraga o game então é chato”, finalizou Galisteu
(*Gabriel Bentes, estagiário de jornalismo, sob supervisão da editora web de OLiberal.com, Rayanne Bulhões)