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A base do profissional produtivo e satisfeito

Ricardo Tomaz

Todo mundo quer falar sobre motivação, mas é um assunto merecedor de uma atenção especial. Automotivação é tudo que pensamos e transformamos em motivos e ações com o objetivo de realizar nossos sonhos, objetivos e metas. 

Um exemplo, é trabalhar com que amamos fazer ou com que apresentamos bastante afinidade. No entanto, neste ponto encontramos algumas lacunas e equívocos por parte dos profissionais, até me coloco nesta situação, pois no início de carreira também pensava da mesma forma.

Tudo começa quando estamos prestes a escolher nossas profissões e carreiras, ou seja, na fase inicial das formações acadêmicas ou técnicas.

Por uma questão crenças, desde a revolução industrial estamos alicerçados numa cultura voltada aos resultados financeiros e o que eles podem proporcionar, como conforto, aquisição de patrimônios, consumo e status na sociedade.

Com o passar do tempo, a partir do início do século XXI, começamos a viver um eterno questionamento a respeito da significância de nossas ações e pensamentos, em vários segmentos da vida. 

Hoje, profissionais buscam em suas carreiras equilíbrio entre vida financeira, satisfação emocional e espiritual. Muitas coisas se tornam supérfluas, isto se deve a vários fatores que avançaram nos últimos anos: a tecnologia, o acesso à informação, a comunicação de massa e o conhecimento que a cada dia está mais ao nosso alcance.

Pedro Ivo Moraes, consultor e escritor, autor do livro “Empresas Espiritualizadas”, diz em sua obra que: “Está na hora de criar novos hábitos, novos mindsets. A nova cultura conectada nos permite alcançarmos níveis até então impossíveis”. Reafirma o autor sobre esta nova era em que estamos vivendo.

Quando o profissional apresenta estresse no trabalho, esgotamento, sensibilidade emocional, desânimos e irritabilidade, podemos estar diante de um caso de falta de motivação ou até perante casos mais sérios. Para detectar qual dos casos apresentamos, primeiro devemos buscar ajuda de profissionais que possam averiguar o caso e possível diagnóstico.

No caso da falta de motivação e para que ela não cause nada negativo no futuro, o próprio profissional pode assumir novos hábitos em sua vida:

• Autoconhecimento;
• Prática de exercícios físicos e alimentação saudável;
• Meditação;
• Foco durante a jornada de trabalho diária;
• Higiene do sono;
• Positividade na vida;
• O alinhamento dos valores do profissional com os da empresa;
• O gerenciamento do tempo.

Estes são alguns fatores que podem ajudar muito e trazer qualidade de vida. A automotivação parte de nós mesmos, com o poder de ampliar o olhar, dar significado positivo nos objetivos, estimular o propósito e agir conforme seus valores.

Ricardo Tomaz