CNU segue convocando e CNU 2 avança: quem quer estar no CNU 3 precisa começar agora
O Concurso Nacional Unificado (CNU) vem se consolidando como uma importante política pública de seleção para o ingresso no serviço público federal, no âmbito do Poder Executivo Federal. Mais do que um modelo inovador, o CNU tem demonstrado, na prática, eficiência administrativa, inclusão social e aperfeiçoamento institucional.
Do ponto de vista da economicidade, o CNU representa um avanço significativo. Ao unificar, em um único certame, a seleção para diversos cargos e órgãos, o Estado reduz custos operacionais, racionaliza recursos públicos e torna o processo seletivo mais eficiente, concretizando o princípio da economicidade.
A lógica do concurso também é inclusiva. A aplicação das provas em 228 cidades brasileiras rompe com a histórica concentração dos certames nas capitais e em Brasília, ampliando o acesso e permitindo que candidatos de diferentes regiões concorram em condições mais equânimes, sem a necessidade de grandes deslocamentos.
Outro pilar do modelo é a política de ações afirmativas. O CNU contemplou, de forma adequada, pessoas negras, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência. No CNU 2, houve avanço relevante com a adoção de uma política de equiparação de gênero, após estudos indicarem que mulheres haviam sido prejudicadas na primeira edição.
O próprio desenho do CNU demonstra capacidade de aperfeiçoamento. A primeira edição apresentou desafios, especialmente relacionados à segurança e à prevenção de fraudes. Esses pontos foram corrigidos no CNU 2, com protocolos mais rigorosos e a mudança da banca organizadora, reforçando a credibilidade do certame.
O CNU 2, inclusive, segue em pleno andamento. Nas últimas semanas, foram divulgados o resultado e o período de recursos da prova de títulos, bem como o resultado da avaliação das cotas. Nesta semana, está prevista a divulgação do resultado da prova discursiva. A expectativa é que, até o final de fevereiro de 2026, sejam concluídas todas as fases, com a publicação do resultado final do concurso.
Os números do CNU 1 reforçam essa consolidação. Além das 6.640 vagas originalmente previstas no edital, já foram convocadas ou nomeadas mais 4.841 pessoas, demonstrando que o concurso continua produzindo efeitos concretos e contínuos. Há expectativa das convocações para o CNU 2 seguirem a mesma linha, convocando mais candidatos que os números iniciais do edital, principalmente porque não haverá certame em 2026.
Com perspectiva de uma terceira edição em 2027 — respeitado o calendário eleitoral de 2026 —, o governo federal sinaliza a intenção de tornar o CNU uma política pública bienal. Isso oferece previsibilidade e segurança jurídica ao candidato, consolidando o modelo como um verdadeiro “Enem dos concursos”.
Para quem deseja ingressar no serviço público federal, o próximo CNU começa a ser vencido agora, com preparação estratégica e consistente. Organize seu estudo e comece a conquistar sua vaga no CNU 3 a partir de hoje.
Vamos começar?!
SEFA-PA aposta em TI e Fluência em Dados: professor Edilson Alves explica o que esperar da prova
Para auxiliar quem está se preparando para a prova da SEFA-PA, a coluna entrevistou Edilson Alves, Professor de Informática e Tecnologia da Informação.
Segundo Alves:
- O candidato deve atentar para assuntos que são necessários para a carreira fiscal;
- O candidato deve treinar questões FADESP e de outras bancas similares.
Para acessar a íntegra da entrevista, aponte a câmera do seu celular para o QR code que está na coluna O Liberal Concursos e nos siga nas redes sociais @oliberal e @professorakarinajaques.
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