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Alok e Vintage Culture elevam o Carnaval do Pará ao cenário eletrônico

Os maiores nomes da música eletrônica nacional consolidam o estado como um destino estratégico ao misturar batidas tecnológicas com a tradição das ruas paraenses

O Liberal
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O Carnaval do Pará em 2026 reafirmou sua posição como um dos destinos do desembarque de diversos artistas de projeção nacional. Ao longo da semana carnavalesca, a agenda de grandes eventos espalhados pelo Estado é intensa. Um dos destaques é que a música eletrônica global mostra sua força na folia de Momo paraense.

No centro desse cenário, as apresentações de Alok e Vintage Culture representaram dois pilares fundamentais dessa modernização festiva em solo paraense. Alok, com sua conexão cada vez mais estreita com as causas ambientais e os povos originários, transformou suas passagens por Belém em verdadeiros manifestos tecnológicos. Seus shows foram marcados por coreografias de drones e lasers que iluminaram o céu amazônico, misturando batidas futuristas a elementos sonoros da floresta, uma estética que dialoga diretamente com a expectativa para a COP30. Essa abordagem transformou o palco em um espaço de conscientização, sem perder a energia eletrizante que o público carnavalesco exige.

O artista terá agenda em dois municípios locais, fazendo sua estreia neles. Ele se apresenta em Vigia e Cametá, os dois maiores Carnavais do Pará. Nesta sexta-feira (13), ele estará em Vigia e, no sábado (14), em Cametá, com entrada gratuita.

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A conexão do DJ com o Pará é antiga, porém em 2025 foi solidificada. A atuação de Alok na COP30 em Belém, que ocorreu em novembro, como um embaixador da sustentabilidade, uniu a visibilidade da música eletrônica global à urgência das pautas climáticas amazônicas. Por meio de seu projeto "The Future is Ancestral", ele iniciou a contagem regressiva do evento com um show grandioso e gratuito no estádio Mangueirão.

Além das apresentações, Alok promove um legado prático no Pará através de seu instituto, investindo em projetos de bioeconomia e apoio a comunidades locais. Em Belém, sua performance dialoga com a cultura das aparelhagens, criando um intercâmbio entre o futurismo tecnológico e a identidade periférica paraense, produzindo sets exclusivos de rock doido, vertente da música local, com a colaboração do DJ Elison.

Após agenda no Pará, Alok desembarca em Salvador para mais um capítulo grandioso de sua trajetória. No dia 15 de fevereiro, no Circuito Barra–Ondina, o artista se apresenta em um trio elétrico em formato pipoca, aberto ao público, sem abadá, sem cordas, para todo mundo viver junto. A intenção de Alok é reforçar o caráter democrático da sua participação no maior carnaval de rua do mundo.

A apresentação terá como tema “Liberte o Seu Melhor”, com o objetivo de ocupar o espaço público e celebrar a riqueza da diversidade com aquilo que cada um tem de melhor, vivendo a música intensamente em uma experiência compartilhada por milhões de pessoas.

Em 2025, durante o carnaval, conteúdos relacionados ao artista alcançaram mais de 40 milhões de visualizações em Reels, geraram 243 mil interações e atingiram 5,5 milhões de contas em todos os continentes, ampliando o alcance global do evento baiano para além das ruas e dos trios.

Dando sequência à agenda de música eletrônica no Carnaval paraense, na quarta-feira de Cinzas, dia 18, o Vintage Culture se apresenta em Cametá. Com uma musicalidade que é uma mistura envolvente de House progressivo e Tech-house, caracterizada por linhas de baixo profundas, grooves constantes e uma atmosfera que transita entre o solar e o introspectivo, o som de Lukas Ruiz é reconhecido por ser altamente sensorial, com a construção gradual de energia através de sets longos.

Sempre presente no Natal em Belém, o Vintage fez desse momento uma tradição local, já que há alguns anos ele realiza esse evento na capital.

 

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