Nikolas Ferreira inicia caminhada de 200 km até Brasília em protesto pela prisão de Jair Bolsonaro
Além de Nikolas, o deputado federal Gustavo Gayer também participará da mobilização
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL) anunciou o início da “Caminhada pela Liberdade”, nesta segunda-feira (19) em suas mídias sociais. O trajeto contará com um percurso de 200 km, que já saiu de Paracatu (MG) com destino a Brasília (DF), sendo que a previsão de chegada é no próximo domingo (25), onde o deputado será recebido por apoiadores em manifestação organizada em defesa de Jair Messias Bolsonaro.
O propósito da caminhada é fazer uma mobilização pela prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado a 27 anos e 3 meses de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Além de Bolsonaro, os apoiadores também defendem outros políticos que estiveram envolvidos no golpe do dia 8 de janeiro de 2023, que foi marcado na história pelos atos de vandalismo e invasão à sede dos três poderes em Brasília.
“Eu, como deputado federal, junto a outros deputados e senadores, fico com o mesmo sentimento de vocês diante das prisões injustas do 8/1 e a própria prisão do ex-presidente Bolsonaro, em relação a esse governo e ao Supremo Tribunal Federal. Eu tenho orado para que Deus me desse uma ideia sobre o que fazer, vim pensando e chegou o dia. Por isso, decidi caminhar até Brasília em um ato simbólico para poder trazer luz a todos os fatos”, declarou Nikolas Ferreira.
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“Caminhada pela Liberdade”
O deputado mineiro Nikolas Ferreira teve a ideia da caminhada pouco tempo depois de fazer novas acusações em seu Instagram, afirmando que o governo brasileiro pretendia taxar o Pix. Após as declarações, a Receita Federal e outros órgãos oficiais negaram que as acusações sejam verdadeiras e o presidente Lula também reforçou o mesmo argumento em compromisso recente no Rio de Janeiro.
Além de Nikolas, o deputado federal Gustavo Gayer (PL) também anunciou que também vai participar da “Caminhada pela Liberdade”. “O Brasil vive um momento grave, de abusos de poder, perseguições políticas e enfraquecimento das garantias constitucionais, e a sociedade não pode permanecer em silêncio”, disse Gayer em nota divulgada sobre a mobilização que ele afirmou ser “pacífica”.
(Victoria Rodrigues, estagiária de Jornalismo, sob supervisão de Enderson Oliveira, editor web em Oliberal.com)
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