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Magno Malta nega agressão contra técnica de enfermagem e registra ocorrência

A ação ocorre após ele ser acusado de agredir uma técnica de enfermagem durante atendimento no Hospital DF Star, em Brasília

O Liberal

O senador Magno Malta (PL-ES) registrou uma ocorrência policial na Polícia Civil do Distrito Federal. A ação ocorre após ele ser acusado de agredir uma técnica de enfermagem durante atendimento no Hospital DF Star, em Brasília. No documento, o parlamentar nega veementemente as acusações e pede a apuração completa do caso.

O relato apresentado pelo senador indica que ele está internado na unidade hospitalar desde o dia 30 de abril. A internação foi motivada por um mal súbito, que o deixou inconsciente por aproximadamente dez minutos. Desde então, Magno Malta tem sido submetido a diversos exames médicos.

Versão do senador sobre o incidente

De acordo com a versão registrada por Magno Malta, o incidente ocorreu durante a realização de um exame de angiografia. Ele alega que houve extravasamento de contraste em seu braço direito, resultando em dor intensa e o aparecimento de um hematoma.

O parlamentar descreve que essa situação pode ter causado um possível comprometimento vascular. Diante da forte dor e sob efeito de medicação, Malta afirma ter tido uma reação física, mas sem qualquer intenção de agressão.

Ele sustenta que sua reação foi compatível com o sofrimento físico do momento. O senador declarou ter ficado surpreso ao saber da ocorrência registrada contra ele, afirmando que a imputação “não corresponde à realidade”.

Pedidos de investigação e provas

Na ocorrência registrada, o senador Magno Malta solicitou a preservação de imagens das câmeras de segurança do hospital. Ele pediu foco especial nas gravações da sala de exame e de áreas adjacentes ao local do incidente.

Além disso, o parlamentar requereu a oitiva da equipe médica e dos demais profissionais que estavam presentes durante o procedimento. Tais medidas visam esclarecer os fatos e comprovar sua versão dos acontecimentos.

Malta também solicitou a requisição de seu prontuário médico e outros documentos clínicos pertinentes. Ele pediu a realização de um exame de corpo de delito para atestar a existência do hematoma, o extravasamento de contraste e outros sinais clínicos.

O objetivo é comprovar as condições físicas que ele alega ter vivenciado. O caso será agora analisado pelas autoridades competentes no Distrito Federal.