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Procissão de São Jorge leva fiéis e cavalaria para as ruas do bairro da Marambaia

Após missa na paróquia de São Jorge, fiéis percorrem o bairro

Amanda Martins

Os devotos de São Jorge se reuniram na igreja que leva o nome do Santo guerreiro, na tarde deste domingo (23), para sair em procissão pelo bairro da Marambaia em alusão ao dia que celebra a festividade do santo católico. Antes, foi realizada uma missa presidida pelo pároco Raimundo Ribeiro Martins.

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Todos os anos a procissão de São Jorge entra no calendário de compromissos do empresário Waltruds do Couto Rodrigues Neto, de 33 anos. Devoto do santo e de Ogum, orixá guerreiro, conhecido pela sua coragem e força, tal qual São Jorge, trouxe neste ano uma amiga para acompanhá-lo na caminhada de devoção.  

O empresário afirmou que tem São Jorge como guia espiritual por lutar todos os dias para conquistar os objetivos e lidar com as adversidades da vida. 

“E assim eu passo para as pessoas todos os ensinamentos que aprendo com Ele. Hoje comprei um santinho e trouxe para a procissão para abençoá-lo, quero dar para uma amiga que mora no Sul de presente. Já acendi a minha vela de sete dias também”, disse Waltruds.  

O percurso da missa iniciou com a saída da paróquia, passou pela Avenida Dalva, Passagem Nossa Senhora de Fátima, Avenida Pedro Álvares Cabral, Avenida Tavares Bastos, passagem Dalva, Rua Anchieta, Avenida Dalva e retornou para a paróquia de São Jorge.

A professora Thatiana Vasconcelos, de 44, há quatro anos distribui velas vermelhas e águas como forma de agradecimento ao Santo pelas graças alcançadas. Ela ficou na porta da igreja dando o artigo religioso a quem se aproximasse do santuário para fazer uma oração.  

“Quero que todos tenham os desejos atendidos também. Só consigo sentir gratidão, principalmente, quando entro e vejo Ele na cavalaria, me sinto emocionada profundamente”, declarou.  

Segundo o Padre Raimundo Ribeiro Martins, pároco da Paróquia de São Jorge, a mensagem que o Santo deixa é sobre fé. “Quando falamos de fé, a gente se lembra logo de Deus, a fé nos une a Ele. O que nos faz estar aqui desde cedo participando das missas, é justamente esse amor e fidelidade a Cristo. São Jorge também fez isso, Ele foi firme, determinado, e sentiu abraçado por Deus. Ele nos deu um testemunho linidissimo”, afirmou. 

 

Ananindeua