Emocionado, homenageado Luiz Peixoto celebra abertura da Feira do Livro após décadas de histórias
A expectativa da Secretaria de Estado de Cultura do Pará (Secult) é receber cerca de 450 mil pessoas durante a programação
O escritor e ativista ambiental Luiz Peixoto Ramos, o Jabutigão, que acompanha o evento desde a primeira edição, quando ainda era realizado no Centur, contou que chorou ao se deparar com a grandiosidade da programação. Emocionado, Luiz Peixoto Ramos, um dos homenageados, celebra abertura da Feira do Livro após décadas de história. O evento abriu neste sábado (29/8). Segundo a Secretaria de Estado de Cultura do Pará (Secult), a expectativa é receber cerca de 450 mil pessoas durante a programação, que segue até 6 de setembro.
“Eu não esperava essa grandiosidade. Esse aqui é o nosso universo literário”, afirmou. Ele também defendeu o incentivo à leitura desde cedo. “Nós temos que ensinar direitinho a criança, com muita calma. Fazer ela ler, gostar dos livros, porque através dos livros, ela vai conhecer a nossa Amazônia e se conhecer”, afirmou.
Secretário destaca homenageados
Para o secretário de Cultura do Pará, Bruno Chagas, a 29ª edição representa mais um passo rumo às três décadas do evento, que cresce a cada ano. Ele também destacou a ligação do Jabutigão com a história da feira e a trajetória de Nazaré Pereira na divulgação da cultura amazônica pelo mundo. “A Feira do Livro é tudo isso, a diversidade, a expressão da nossa cultura e, acima de tudo, o acesso ao livro para toda a população”, declarou.
O secretário também informou que os livros vendidos no evento têm, em média, preços 30% menores que os encontrados fora da feira, além de uma programação acadêmica e cultural voltada ao livro, à leitura e às diferentes vozes da Amazônia.
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