Obras da avenida Padre Bruno Sechi serão concluídas até final do ano
Prazo foi reafirmado pelo Governo do Estado e obra deve beneficiar 500 mil pessoas da Grande Belém por dia
As obras da avenida Padre Bruno Sechi, no bairro do Bengui, em Belém, passam por nova etapa de requalificação. Ao todo, são 4,2 km de via que recebem um conjunto de intervenções que modificam um dos principais corredores de transporte da capital paraense. Todo o processo de revitalização está sendo feito por meio do Núcleo de Gerenciamento de Transporte Metropolitano (NGTM). A previsão é de que a via seja entregue à população até o final deste ano.
“Estamos confirmando a conclusão das obras dentro do planejado, tendo em vista alguns desafios como: desapropriações de imóveis e remanejamento de interferências. Esse processo é necessário para o bom andamento das etapas. É uma importante obra para a mobilidade de Belém e que repercute para toda a região metropolitana”, reforça o titular do NGTM, Eduardo Ribeiro.
O trecho entre as ruas Ajax de Oliveira e Benfica passa agora pelo processo de drenagem, que garante o avanço na execução do projeto que interliga a rodovia Tapanã à avenida Centenário. Após a conclusão desta ação, os trabalhadores passarão a realizar as etapas de duplicação da via, nova pavimentação, calçada com acessibilidade, nova iluminação pública, ciclofaixa e sinalização.
“Essa obra vai melhorar 100% a vida da gente. Já moro aqui há mais de 50 anos e esse projeto era muito esperado, nunca saía do papel. Vai melhorar o trânsito porque era uma rua estreita, cheia de muito buraco e com alagamento. Se seguir nesse ritmo, vai terminar logo”, aposta o aposentado Edmilson Tavares, morador do Bengui.
Atualmente, as obras geram cerca de 120 empregos diretos, utilizando mão de obra local que está dividida em diferentes etapas ao longo da via. Após a conclusão, a previsão é de que todo o processo promova maior segurança e mobilidade urbana para cerca de 500 mil pessoas de toda a região da Grande Belém.
“Ajeitando a rua, colocando as calçadas e acabando com o esgoto que ficava aberto, tudo vai melhorar. Moro e trabalho aqui há 30 anos e a gente precisava muito de um trabalho desse jeito”, comenta o comerciante Raimundo Nonato de Souza, de 60 anos.
(Bruna Ribeiro, estagiária, sob supervisão de Victor Furtado, coordenador do Núcleo de Atualidades)
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