Em todo lugar: popularidade e conexão marcam os 23 anos de circulação do Jornal Amazônia
Leitores destacam o laço afetivo com o Amazônia e a tradição de acompanhar as notícias diariamente pelas páginas do jornal
Há mais de duas décadas levando informações de qualidade ao público, o Jornal Amazônia, veículo impresso vinculado ao Grupo Liberal, se consolidou como uma das principais fontes de notícia entre a população. Desde a primeira edição, em 10 de abril de 2000, quando ainda era chamado “Amazônia Hoje”, permanece presente nas casas, ruas, bares e feiras cumprindo o papel de informar e estar em constante conexão com quem produz e consome a notícia: o leitor.
Ao longo dos 23 anos de existência, o Jornal Amazônia passou por várias inovações, sempre se aperfeiçoando para levar ao leitor a informação de forma direta e visualmente impactante. Fiel a esse propósito, em 2011 ganhou reconhecimento nacional ao vencer em 3º lugar o Prêmio Brasileiro de Excelência Gráfica Fernando Pini, da Associação Brasileira de Indústria Gráfica (Abigraf), considerado o “Oscar” do setor gráfico brasileiro.
Dinâmico, o Amazônia possui quatro cadernos atualmente: Gerais, que engloba matérias de cidades, economia, política, internacional, curiosidades, bizarros, etc; Polícia; Esporte e Show, onde trata sobre novela, celebridades, beldades, etc. Além disso, aos domingos ainda é incluída a seção ‘Revista Tevê’, com informações sobre a programação durante a semana e onde há matérias especiais com os maiores nomes da televisão, sem falar nas colunas com análises dos programas.
Por possuir um formato mais conciso, o Amazônia facilita a leitura e se torna mais prático para ser folheado em qualquer lugar. Mas não são apenas os ajustes feitos na tradicional edição impressa que aproximam o público, outro fator que atrai os leitores é a junção ao Portal do OLiberal.com. A integração com o mundo virtual e as ferramentas tecnológicas trouxeram novos consumidores: os internautas, que buscam informações rápidas e práticas, que cabem na palma da mão.
Soraya Pessoa, jornalista e editora-chefe do Amazônia, destaca que as mudanças feitas no periódico contribuíram para ele estar entre os impressos mais importantes e respeitados. “Sucesso de vendas há 23 anos, o Amazônia conquista o leitor pela leitura acessível e ágil sobre os mais diversos assuntos. Essas características tornam o Amazônia um jornal com perfil popular, mas lido por pessoas de todas as classes, fazendo jus ao slogan ‘Todo Mundo Lê’. A publicação está nas mãos dos leitores nas ruas e também em multiplataformas: na tela do portal do Grupo Liberal e nas redes sociais do Amazônia”, afirma Soraya.
A editora-chefe também enfatiza que a relação de proximidade entre o público e o jornal Amazônia é fruto de um trabalho sério, realizado por uma equipe que se dedica a levar informação de qualidade e acessível. “O jornal construiu uma relação de confiança com o leitor por meio de notícias bem apuradas e foco no que é importante para o dia a dia de quem lê o Amazônia. Além de ser um jornal com noticiário diversificado e popular, tem a melhor cobertura policial do Estado, assim como muitas matérias com serviço: tudo o que influencia no cotidiano está aqui no Amazônia”, garante Soraya.
Encontro com a notícia
Cotidianamente nas mãos do público leitor da capital paraense, o jornal Amazônia é quase indispensável nos espaços públicos. Os próprios consumidores destacam já ter dentro do cronograma diário um tempo reservado exclusivamente para a leitura do Amazônia. Tão certo quanto o tradicional cafezinho durante as primeiras horas do dia, é o encontro com a notícia que os consumidores têm por meio das páginas do jornal Amazônia.
O formato prático, com páginas compactas e linguagem popular, é o que atrai os consumidores nesses 23 anos de Jornal Amazônia. Essa relação duradoura, cultivada dia após dia através da confiança que os leitores depositam no periódico, é relatada por Luiz Lima Arruda, de 69 anos. O açougueiro exibe orgulhoso a coleção de jornais Amazônia que guarda no local de trabalho.
“Quando surgiu o Amazônia, comecei a comprar e nunca mais parei. Só leio ele. Logo na segunda-feira eu deixo pago na jornaleira para receber meus exemplares da semana toda. Ela reserva os meus para não correr o risco de acabar. Todos os dias de manhã ela deixa aqui. Às vezes os fregueses leem o Amazônia comigo também. Se fico um dia sem ler o jornal dá até saudades”, conta Luiz Lima.
Aos 69 anos, dona Maria Eliete afirma que há mais de 20 anos se mantém informada pelo Jornal Amazônia. A aposentada ainda destacou que a mãe, uma idosa de 91 anos, também faz questão de ficar atualizada com as notícias. “Eu compro para mim e para a minha mãe, que mora comigo. Nós lemos todas as páginas, ficamos sabendo das notícias do que acontece por aí, mas gostamos especialmente da parte das novelas. Eu acho que esse costume de ler o jornal vem da convivência com ela também”, explica dona Maria Eliete.
O motorista de aplicativo Luís Carlos, de 39 anos, também compartilha a leitura do jornal Amazônia, só que faz isso com os amigos do trabalho. Todas as manhãs, o grupo se reúne para acompanhar o caderno de polícia e ficar por dentro dos crimes que ocorrem na cidade. “Sempre leio a parte policial para saber o que acontece, principalmente sobre a violência que é muita. Como trabalho com aplicativo, é bom dar uma olhada para não entrar em áreas perigosas”, revela Luís Carlos.
E é justamente para se manter atualizado que o vendedor de açaí André das Neves, de 42 anos, lê o jornal Amazônia. No entanto, o vendedor gosta de dar preferência às notícias com temas alegres e descontraídos. “Gosto da parte do esporte, mas também tem outros assuntos que sempre leio desde que peguei gosto pelo jornal há uns anos atrás. Sempre tento ver as matérias das coisas boas. Se tem um assunto que eu me interesso muito, eu compro o jornal para guardar a página”, garante André.
Lindalva Mafra, de 65 anos, que é comerciante, diz que o jornal Amazônia a ajuda a distrair a mente. Ela sempre teve o hábito de ler e comprar os exemplares do jornal para folhear enquanto está no trabalho. “Eu sempre gostei de ler um pouquinho de cada coisa e aproveito para fazer isso enquanto tô aqui na banca, ainda me distraio. Às vezes eu leio uma parte do esporte, leio sobre o meu signo. O que eu gosto é que ele também tem um preço bom, assim fica melhor para gente que é feirante comprar”, declara dona Lindalva.
O barbeiro Nilton da Conceição, de 60 anos, apontou que o estilo de notícia simplificada é o que mais o atrai no jornal Amazônia. Segundo ele, os clientes também preferem o Amazônia pelo mesmo motivo. “Quando a gente pega um jornal que tem muita coisa, nem conseguimos ler. O Amazônia é mais resumido, leio rapidinho, tem conteúdo suficiente que não cansa. Os clientes já chegam aqui com o seu exemplar, eles preferem esse também. Tô fazendo o corte e eles estão lendo”, garante Nilton.
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