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Atendimento social para as 44 mil vítimas de alagamentos segue em Belém; veja onde buscar ajuda

Em torno de 44 mil pessoas foram atingidas pelas enchentes causadas pelas fortes chuvas

Bruno Roberto | Especial para O Liberal

O atendimento aos atingidos pelos alagamentos causados pelas fortes chuvas registradas em Belém, no último final de semana, segue em três pontos de apoio na capital paraense, nesta quarta-feira (22) e quinta-feira (23). Ao todo, 44 mil pessoas foram atingidas pelos alagamentos e, dentre estas, 13 mil estão entre desalojados e desabrigados, segundo a Prefeitura de Belém, a qual realiza as ações de apoio em parceria com o Governo Estadual.

Nos pontos de apoio, as famílias afetadas podem acessar serviços de apoio social, retirar cestas básicas e kits emergenciais, entre kits dormitório, kits de limpeza e kits de higiene bucal, a fim de garantir assistência imediata aos que perderam bens durante as enchentes. Inclusive, as ações contam com uma edição especial do Belém Pra Todos, com serviços de cidadania para regularização e emissão de documentos para essas famílias.

As vítimas podem buscar atendimento nos seguintes locais:

  • Escola Municipal Alda Eutrópio, no Tapanã;
  • Escola Municipal Amália Paumgartten, no Guamá;
  • Escola Municipal Solerno Moreira, na Terra Firme.

Seis bairros da capital paraense foram os mais atingidos pelas chuvas: Tapanã, Terra Firme, Condor, Jurunas, Parque Verde e Cabanagem.

3 mil pessoas foram atendidas

Ao longo de dois dias de ações, mais de 3 mil pessoas foram atendidas. As ações distribuirão mais de 1,5 mil cestas básicas e mais de mil kits emergenciais, de acordo com a Prefeitura de Belém.

As equipes de apoio contam com assistentes sociais, psicólogos e educadores sociais, os quais atuam com o cadastramento e atendimento das famílias. No total, mais de 700 servidores seguem atuando nos pontos de apoio oferecidos à população.

A Prefeitura de Belém destaca a importância de as vítimas procurarem os pontos de apoio para identificarem as necessidades urgentes das famílias que perderam materiais, tiveram casas invadidas pelas águas e enfrentam dificuldades para retomar a rotina.