Leitores valorizam conteúdo variado e ligação com o Pará nos 26 anos do Jornal Amazônia
Com linguagem acessível e temas do cotidiano, publicação se consolida como parte da rotina dos paraenses e reflete a identidade local
Há 26 anos, o Jornal AMAZÔNIA acompanha o dia a dia de leitores que mantêm o hábito de se informar pelas páginas do jornal. Ao longo desse tempo, a publicação se tornou presença constante na vida de muitos paraenses, que se reconhecem nas histórias, nos temas e na forma direta de contar as notícias, refletindo o jeito do paraense — seja na paixão pelo esporte, com clubes como Clube do Remo e Paysandu Sport Club, ou em outros aspectos do cotidiano que marcam a vida no estado, como o interesse por notícias policiais, hoje entre os temas mais procurados pelos leitores.
Raimundo Souza, 65, vendedor, relata que lê o AMAZÔNIA há mais de 20 anos e que o hábito de acompanhar o jornal foi transmitido de pai para filho. Ele afirma que gosta de ler todas as editorias e destaca o formato compacto como um dos pontos que mais aprecia. Mas é o esporte que geralmente gosta de acompanhar, para saber das atualizações do time do coração: o Remo. “Eu gosto de ler praticamente tudo, faço uma apanhada geral do jornal porque é interessante para ter um conhecimento mais amplo”, diz Raimundo
“Costumo ler todas as editorias, do social ao esporte e à área policial. Gosto da objetividade, por ser um jornal compacto e trazer, em geral, tudo o que a gente procura. Leio pela manhã, a jornaleira me entrega em casa por volta de 6h ou 7h. e aproveito ao longo do dia, no ônibus, no trabalho, até que, no fim do dia, já li praticamente todas as noticias”, comenta o vendedor.
Entre os fatos noticiados que mais o impactaram, Raimundo afirma que não consegue mensurar qual mais o marcou ao longo dos anos, mas recorda com muito carinho de uma matéria: a da vitória do Clube do Remo, que garantiu o acesso à série A do Brasileirão, o Campeonato Brasieliro: “A mais recente para mim foi a subida do leão do meu time para a série A, que foi aquela mais impactante ultimamente, que foi uma alegria muito grande. E inclusive a matéria foi uma matéria muito boa, então atualmente a mais recente foi essa", relata ele.
Ao comentar os 26 anos do AMAZÔNIA, Raimundo expressa o desejo de que o jornal continue por muitos anos informando a população com precisão e mantendo a qualidade do conteúdo, característica que, segundo ele, é o que mais aprecia na publicação. “Eu desejo que o jornal continue por muitos anos nos informando e nos prestando, o tempo todo, essa informação correta. É isso que eu gosto de ver. Espero que siga assim por muitos anos”.
Leitura simplificada
A leitura simplificada e acessível também é um dos pontos fortes do AMAZÔNIA, segundo o autônomo Nilton Mendes, de 64 anos. Para ele, ler as notícias diariamente é um hábito sagrado. Ele conta que, quando não compra o jornal no mercado do Ver-o-Peso, pede para que a esposa adquira o exemplar no supermercado. "Não falta o meu AMAZÔNIA. Leio todos os dias. As notícias são mais objetivas. E também tem a questão da quantidade de páginas. Há jornais maiores que, às vezes, a gente não consegue ler nem a primeira página, comenta Nilton.
“É uma leitura rápida. Você abre e vai direto ao assunto, sem precisar se perder ou folhear muitas páginas. Bem interessante mesmo. É um jornal bem atualizado. Desde quando o AMAZÔNIA surgiu, eu comecei a comprar e sigo acompanhando até hoje. É uma leitura mais simples. Tem esporte, cultura e lazer. Há notícias boas e também ruins, que a gente não gosta muito de ler, mas é um conteúdo interessante, bem bacana mesmo. Tem notícias do Pará, é do jeito do paraense mesmo. O Jornal AMAZÔNIA está de parabéns", acrescenta Nilton, ao falar que não começa o dia sem ler o jornal.
Temas variados
A variedade de matérias é o que mais agrada o entregador Cléber Mariano, 46, que lê o AMAZÔNIA diariamente e geralmente gosta de acompanhar o caderno esportivo. Segundo ele, o jornal reúne diferentes temas, como esporte, entretenimento e informações do dia a dia, apresentados de forma resumida e organizada. Ele destaca que esse formato facilita a leitura e permite acompanhar o que acontece na cidade e em outras áreas de interesse sem dificuldade.
Ele destaca ainda o interesse pela editoria de esportes, especialmente pelas notícias sobre o futebol local e internacional. “Eu gosto da parte de esporte. Vem falando do Remo, da Liga dos Campeões da Europa. Agora, já está chegando a Copa, e tem tudo ali resumido”, diz.
Para Cléber, o jornal também cumpre o papel de manter o leitor bem informado sobre a realidade local. Ele ressalta que encontra no AMAZÔNIA temas que nem sempre vê em outros meios. “É uma forma de ficar bem informado, com detalhes do dia a dia da nossa cidade. Fala de educação básica, por exemplo, e de várias coisas que a gente não encontra em outros meios”, relata.
Ao falar dos 26 anos do veículo, Cléber afirma que o jornal evoluiu ao longo do tempo e segue relevante. “O AMAZÔNIA evoluiu muito nos últimos anos, cresceu e ainda vai crescer mais. Mesmo com a internet, 26 anos são 26 anos de credibilidade no mercado paraense”, afirma. Ele reforça ainda a identificação do jornal com o público local: “É a cara de Belém. Onde tu chega, já vê um AMAZÔNIA. É o jeito do belenense”, comenta
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