Na época, o promotor Sávio Brabo abriu procedimento preparatório e solicitou esclarecimentos ao então Procurador Geral do Estado (PGE) Ricardo Sefer, que atualmente é secretário de Estado de Educação do Pará
Lincoln Gakiya, promotor de Justiça do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de São Paulo, ontem, sobre a opinião do governo brasileiro contrária à classificação do PCC e do CV como organizações terroristas.
Segundo o promotor Manoel Figueiredo Antunes, o atleta solicitou ou aceitou receber valores para forçar cartões amarelos em duas partidas do Brasileirão.
Os escândalos criaram tensão na gestão são-paulina e possibilitaram que a oposição se fortalecesse para pedir o afastamento de Casares e visar a eleição de 2026
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