Lincoln Gakiya, promotor de Justiça do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de São Paulo, ontem, sobre a opinião do governo brasileiro contrária à classificação do PCC e do CV como organizações terroristas.
O depoimento de Campos Neto serviria para esclarecer questões regulatórias que poderiam ter facilitado fraudes cometidas pelo Banco Master e o uso de fintechs e fundos de investimento por facções criminosas.
Ação policial faz parte da Operação Tolerância Zero destinada a combater o tráfico de entorpecente e atuação de organizações criminosas no sudoeste paraense
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