Filipe Martins estava em prisão domiciliar até 2 de janeiro de 2026, quando Moraes decretou sua prisão preventiva após a identificação de um suposto acesso do investigado à rede social LinkedIn
Dhebora colocou um fone de ouvido, um cabo USB e um cartão de memória escondidos na embalagem do doce. Os objetos foram apreendidos e a visita não foi realizada
Moraes determinou que Polícia Penal do Estado do Paraná esclareça ao STF no prazo de 24h, "os motivos pelos quais não foi solicitada a esta Corte a autorização de transferência do réu antes de efetivá-la".
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