VÍDEO: influenciador 'viaja no tempo' e mostra como era Belém da Belle Époque
Rodrigão Viaja utilizou inteligência artificial para mostrar como eram ruas, transportes e pontos históricos da capital paraense
Belém da época da Belle Époque ganhou uma nova versão pelas mãos da inteligência artificial. O influenciador Rodrigão Viaja utilizou ferramentas de IA para recriar cenários da capital paraense entre o final do século XIX e o início do século XX, período marcado pelo auge do Ciclo da Borracha.
O vídeo mostra como poderiam ser alguns dos principais pontos de Belém naquele período, além de roupas, meios de transporte e cenas do cotidiano. Entre os locais retratados estão o Theatro da Paz, a Doca, o Mercado do Ver-o-Peso, a Avenida Nazaré e ruas do comércio.
Nas imagens, bondes circulam pelas ruas do comércio e aparecem pessoas em busca de roupas nas lojas. O vídeo também mostra o Ver-o-Peso em uma representação de décadas atrás e a área da Doca, quando o local ainda era conhecido como "Igarapé das Almas".
Além dos locais mais conhecidos do centro da cidade, a recriação de Rodrigão Viaja apresenta outros pontos sob uma perspectiva histórica. Entre eles estão a região da Basílica de Nazaré, com a representação de um coreto em frente à igreja, a Avenida Magalhães Barata e a Alcindo Cacela, mostrada com áreas de sítios e ruas de chão batido.
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Belém na Belle Époque
O período da Belle Époque em Belém ocorreu entre o fim do século XIX e o início do século XX, impulsionado pela riqueza gerada pelo Ciclo da Borracha. A cidade passou por transformações urbanas e recebeu influências da arquitetura, da cultura e dos costumes europeus.
Por causa dessas mudanças, Belém ficou conhecida como “Paris na América” ou “Paris dos Trópicos”.
Influenciador explica uso da inteligência artificial
Rodrigão Viaja produz conteúdos com inteligência artificial para simular viagens por diferentes períodos históricos, civilizações antigas e cidades do passado.
O criador explica que realiza pesquisas antes de produzir os vídeos e utiliza fotografias históricas como referência quando elas estão disponíveis. Na ausência de registros fotográficos, ele recorre a obras de arte e textos da época para ajudar na construção das imagens.
Apesar da pesquisa, o influenciador ressalta que as cenas produzidas por IA não devem ser consideradas registros históricos.
“Este vídeo tem fins lúdicos e de entretenimento. Não é um documento histórico!”, explicou.
Rodrigão também destaca que a inteligência artificial pode inserir elementos que não correspondem à realidade histórica e que erros podem ocorrer durante a produção.
A proposta, segundo ele, é apresentar o conteúdo de forma leve e divertida, usando a tecnologia para imaginar como poderiam ser diferentes períodos da história.
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