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Tenente-coronel preso por feminicídio será julgado por 3 coronéis na Justiça Militar

O processo será conduzido em formato digital, por meio do Sistema Eletrônico de Informações (SEI), com garantia de ampla defesa e contraditório ao oficial.

Estadão Conteúdo

Alerta: o texto abaixo aborda temas sensíveis como violência contra a mulher e violência doméstica. Se você se identifica ou conhece alguém que está passando por esse tipo de problema, ligue 180 e denuncie.

Três coronéis da Polícia Militar foram designados para conduzir o Conselho de Justificação que vai analisar a permanência do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto na corporação. Transferido para a reserva na última semana, ele está preso sob suspeita de feminicídio e fraude processual.

image Tenente-coronel Geraldo Leite e a esposa assassinada por ele, a soldado da Polícia Militar Gisele Alves Santana (Reprodução / Redes Sociais)

A formação do conselho foi oficializada no Diário Oficial, por ato do secretário da Segurança Pública, Osvaldo Nico Gonçalves, no último dia 31.

Segundo o documento, o processo será conduzido em formato digital, por meio do Sistema Eletrônico de Informações (SEI), com garantia de ampla defesa e contraditório ao oficial.

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O procedimento tem prazo inicial de 30 dias, podendo ser prorrogado por mais 20. Ao final, o colegiado poderá recomendar desde a absolvição até sanções mais graves. A decisão definitiva caberá ao Tribunal de Justiça Militar de São Paulo (TJM-SP), responsável por analisar o parecer e definir a eventual aplicação das punições.

Rosa Neto é réu pela morte da ex-mulher, a soldado Gisele Alves Santana, baleada na cabeça em 18 de fevereiro no apartamento em que viviam no centro de São Paulo. O caso corre na Justiça Comum enquanto, paralelamente, a Justiça Militar avalia a conduta do oficial no âmbito disciplinar.

O tenente-coronel nega envolvimento no crime e alega que a ex-mulher atentou contra a própria vida.

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