Suspeito teria vendido serviços sexuais da esposa a cerca de 120 homens
A denúncia foi realizada pela mulher ao Ministério Público, mas o marido nega as acusações
Um homem não identificado está sendo acusado de vender os serviços sexuais de sua esposa a mais de 100 homens na Suécia. As informações repassadas do Ministério Público Sueco à AFP indicam que os fatos teriam ocorrido em janeiro de 2022, mas a denúncia foi realizada pela própria mulher apenas dez meses depois do início dos episódios, no final de outubro de 2025.
De acordo com a promotora responsável pelo caso, Ida Annerstedt, o marido está detido em prisão preventiva desde que a denúncia foi feita e constatada que a integridade e saúde de sua esposa corria perigo devido à exposição de sua intimidade com outros homens.
“É suspeito de ter facilitado, ou de ter lucrado financeiramente com a venda de serviços sexuais da demandante”, afirmou a promotora do caso.
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Legislação da Suécia
A legislação que menciona "prostituição" na Suécia proíbe apenas aqueles que compram os serviços sexuais e não os que vendem no país. Logo, a pena para os que comprarem os serviços pode variar de uma multa ou até um ano de prisão, já para exploração sexual de outra pessoa, a pena é um pouco mais grave e pode até chegar em quatro anos de prisão, mas isso no máximo.
Nesse caso, a promotora não esclareceu, de fato, se a mulher, na faixa dos 50 anos, teria sido obrigada a se prostituir por conta do próprio marido, que tem cerca de 60 anos. Segundo a emissora pública SVT, o homem já foi condenado anteriormente por diversas infrações, que incluem agressões, e, até o momento, o suspeito nega que as acusações da mulher sejam verdadeiras.
(Victoria Rodrigues, estagiária de Jornalismo, sob supervisão de Vanessa Pinheiro, editora web em Oliberal.com)
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