Os advogados de Valdemar, Marcelo Bessa e Thiago Fleury, afirmaram que a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, de determinar a indisponibilidade de bens de até R$ 119 milhões do presidente do PL se baseia em "premissas frágeis"
O último voto foi o da ministra Cármen Lúcia, que seguiu a corrente aberta pelos relatores: Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes
O ministro Flávio Dino disse que "há uma tentativa de rediscutir o mérito" do processo. "Não há um argumento novo trazido pela Procuradoria-Geral da República", afirmou.
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