Mulher é encontrada morta em residencial de Marituba

Morte ainda é um mistério. A Polícia Civil investiga se foi um homicídio, um acidente ou mesmo um suicídio.

Victor Furtado

Carla Fernanda Barreto de Souza, de 38 anos, foi encontrada morta, na manhã desta quarta-feira (8). Ela estava no banheiro do apartamento dela, no residencial Viver Melhor Marituba, já em estado de putrefação. A  causa da morte, por enquanto, é um mistério. Por isso, está sob investigação da Polícia Civil. A princípio, da Divisão de Homicídios. Porém, antes de um exame mais detalhado, no Instituto Médico Legal (IML), não há como se saber se foi um assassinato, um acidente ou mesmo um suicídio.

 

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O corpo da mulher só foi encontrado após os vizinhos sentirem o odor forte vindo do apartamento dela. O imóvel foi invadido e pessoas fizeram fotos e vídeos de Carla morta. Esse conteúdo mórbido foi espalhado nas redes sociais digitais. Esse é um crime chamado vilipêndio de cadáver, previsto no artigo 212 do Código Penal Brasileiro. E ainda, a presença de outras pessoas, invadindo um imóvel particular, altera a cena do crime, caso tenha sido um crime mesmo.

Os policiais militares que atenderam à ocorrência fizeram o que podiam para preservar o local. Mas já havia tido interferências demais no local. Os policiais civis da DH analisaram a cena e o corpo. A mulher estava com uma blusa e de roupa íntima. Se ela foi vítima de violência sexual ou intoxicação ou qualquer outra forma de violência letal, só os exames necroscópicos podem revelar. Havia sangue no banheiro. Só que poderia ser sangue resultado de um ferimento ou pelo processo de decomposição.

Até agora, pelos relatos de familiares e amigos, a Polícia Civil só sabe que as últimas notícias dela foram no sábado (3). Carla havia se separado, há algum tempo, do companheiro dela. Desde então, vinha se envolvendo com diferentes pessoas. No sábado, ela estava acompanhada de dois homens no apartamento e estava consumindo bebidas alcoólicas com eles. Tanto o ex-companheiro, quanto esses dois homens, deverão ser identificados e convocados a prestar depoimento.

 

Saiba como denunciar e ajudar nas investigações

 

Quaisquer informações relacionadas a crimes podem e devem ser repassadas ao Disque-Denúncia (181). Não é preciso se identificar. A ligação é segura, gratuita e pode ser feita de qualquer aparelho. Se houver necessidade de uma ação policial mais urgente, o melhor é ligar para o (190)

Pelo telefone (91) 98115-9181, os cidadãos podem paraenses podem dialogar com a Inteligência Artificial Rápido e Anônimo, que é personalizada pela atendente virtual Iara do WhatsApp. Com ela, é possível desenvolver uma conversa inteira. A Iara é capaz de obter todas as informações necessárias para que os órgão de segurança investiguem uma denúncia repassada, de forma segura e anônima. Ela recebe texto, fotos, áudio e vídeos. Também dá para falar com a Iara e fazer a denúncia pelo site da Segup.

A Redação Integrada de O Liberal também recebe, a qualquer momento, denúncias e informações de ocorrências em texto, áudio, fotos e vídeos pelo WhatsApp. Basta entrar em contato pelo número (91) 98439-8833.

Polícia
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