Maurício César Mendes Rocha Filho, mais conhecido pelo apelido “Hétero Top”, recebeu duas novas condenações neste mês de julho. As sentenças, relacionadas a crimes de divulgação de cena pornográfica e estupro de vulnerável, foram proferidas no dia 2 de julho e nesta terça-feira (16) e se somam a outras diversas denúncias apresentadas pelo Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) e condenações pelo Tribunal de Justiça do Estado (TJ-PA). Todas relacionadas a crimes/violência contra a mulher.
No total, Maurício Filho, que segue preso, acumula quatro condenações, as quais já somam 26 anos e 9 meses de prisão. De acordo com legislação brasileira, os crimes cometidos pelo “Hétero Top” são considerados hediondos. As condenações aguardam respostas aos recursos apresentados ao TJ-PA pela defesa dele.
Conforme apurado pela Redação Integrada de O Liberal, essas novas sentenças não estão relacionadas ao caso Luma Bonny, pelo qual o acusado ficou conhecido. No caso Luma Bonny, Maurício já havia sido condenado a quatro anos de prisão por divulgação de cena pornográfica e a oito anos por estupro de vulnerável.
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Além disso, Maurício Filho possui outras duas condenações por estupro, de outras duas vítimas e que tramitam em segredo de justiça. Uma dessas condenações é de 6 anos e 6 meses, enquanto a outra é de 8 anos e 3 meses.
Quem é Maurício Filho, o “Hétero Top”?
Maurício César Mendes Rocha Filho, o “Hétero Top”, é dono de uma extensa ficha criminal. Conforme já noticiado pela Redação Integrada de O Liberal, ele responde a pelo menos 15 processos na Justiça. As acusações envolvem crimes de estupro, estupro de vulnerável, ameaça, violência doméstica e perseguição. Os casos vieram ao conhecimento público após a morte da influenciadora digital Luma Bonny.
Maurício foi preso durante a operação “Exposed”, da Polícia Civil do Pará, suspeito de vazar vídeos íntimos da jovem. O crime ocorreu em 6 de novembro de 2022. Dois dias depois, Luma se jogou de um prédio localizado no centro de Belém. O rapaz está sob custódia da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e se encontra na Cadeia Pública de Jovens e Adultos (CPJA), em Americano, no município de Santa Izabel do Pará, na Região Metropolitana de Belém.
A reportagem tenta localizar o contato da defesa de Maurício Filho. O espaço segue aberto para manifestação.
