Relojoeiros mantêm o tempo vivo em Belém aos 410 anos

Com séculos de tradição, o ofício da relojoaria resiste às transformações tecnológicas e segue presente no cotidiano de Belém, que completa 410 anos. Enquanto serviços simples, como a troca de bateria, custam a partir de R$ 30 e levam poucos minutos, revisões completas podem chegar a R$ 320 e demandar até 15 dias. Gueber Elias, relojoeiro há 50 anos, destaca a estima das pessoas por relógios antigos e de família, muitos deles vindos de outros países, enquanto Jhonatan Rodrigues, com 14 anos de profissão, aponta que os modelos a bateria seguem entre os mais procurados. Representando a nova geração, Ana Beatriz Fortes, de 19 anos, fala sobre a experiência de trabalhar em um negócio familiar que atravessa gerações e reforça a importância de manter viva uma profissão tradicional que faz parte da história e da identidade cultural de Belém.

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