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VÍDEO: Torcedor do Remo viraliza ao comemorar divórcio e vitória do Leão no mesmo dia

Ronaldo da Trovão publicou em sua rede social que seria um dia feliz, com a assinatura do divórcio e triunfo do Leão Azul

Fábio Will
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A semana para o torcedor azulino iniciou com vitória diante do Caxias-RS, pela Série C. Mas para um torcedor em especial, a última segunda-feira (8) teve um gostinho especial. Ronaldo da Trovão, como é popularmente conhecido, carrega o Remo em tudo, desde tatuagens, chapéu, camisa e no pensamento. O icônico torcedor azulino viralizou nas redes sociais após publicar que teria um dia feliz, marcado pela vitória do Leão e pela assinatura de seu divórcio, horas antes da partida ocorrer.

O núcleo de esporte de O Liberal conversou com Ronaldo da Trovão, presidente da torcida Trovão Azul, tradicional nos jogos azulinos e famosa pela sua bateria. O torcedor falou da situação causada pela sua postagem, explicou a situação e revelou que possui um filho que recebeu um nome em homenagem ao Remo, mas que o jovem “virou a casaca” e é declarado torcedor do Paysandu.

image Torcedor azulino viralizou com essa postagem (Reprodução / Facebook / Ronaldo da Trovão)

Ronaldo afirmou que não pensou na repercussão que teria o caso na internet. Ele diz que foi casado com uma mulher há mais de 40 anos, porém o relacionamento durou um pouco mais de três meses e, desde então, ainda não havia sido feito o divórcio. Ele vive com outra pessoa, com que tem dois dos três filhos que possui, e decidiu colocar um fim de forma oficial no matrimônio que não existia há décadas.

“Quando tem jogo do Remo eu fico agoniado, o Remo mexe comigo de uma forma que não consigo explicar. Estava feliz por enfim conseguir colocar um ponto final em um casamento arranjado, já que fomos meio que obrigados a casar. Nossa relação durou quase quatro meses, depois nos separamos, mas perante à lei eu estava casado há 46 anos. Então, chegou o dia de assinar e resolvi publicar nas redes sociais, que me divorciaria e que o Remo iria vencer. Isso deu um bafafá danado”, contou.

O pedido para que tivesse um rompimento de forma oficial partiu de um dos filhos, que alertou o pai sobre uma possível herança, em caso de morte e que tudo seria dividido com uma pessoa que não faz mais parte de sua vida.

“Meu filho me alertou, seria ruim essa situação, pois vivo com outra pessoa, com quem construí família. E ontem confesso que estava mais preocupado com o Remo do que com o divórcio. Lógico que eu queria me livrar dessa situação, mas meu pensamento era o Remo, sempre foi o Remo e sempre será. Foi quando publiquei que seria um dia feliz e acabou que deu tudo certo”, falou.

O divórcio concretizado, a vitória do Remo era questão de tempo. Nesse período Ronaldo da Trovão já havia recebido várias mensagens no celular sobre o divórcio, em que muitos pensavam ser com atual esposa.

“Um monte de gente me ligou, alguns amigos perguntando os motivos de eu ter me divorciado da Sueli, minha atual esposa. Eles não sabiam que eu era casado no papel com outra pessoa. Quando o Remo venceu, minha publicação apareceu em vários perfis e alguns amigos pediram para eu me divorciar todo jogo até o final da Série C. Eu fico rindo dessa situação, mas se isso fosse necessário para o Remo avançar, eu faria sim”, brincou.

Ronaldo da Trovão revelou ainda que um de seus filhos, de outro relacionamento, acabou “traindo o movimento” e ter virado Paysandu, mesmo tendo recebido um nome em homenagem ao Remo.

“Tenho um filho fora do casamento, em uma das loucuras que fiz nessa vida. Me envolvi com uma pessoa que é Paysandu e que toda a família também é bicolor. Aí fiz um filho que recebeu o nome de Remerson, em homenagem ao Remo. A família queria mudar o nome dele, foi para a justiça, mas ele segue com esse nome. Por muito tempo ele viajou comigo em excursões para jogos do Remo, mas hoje ele é um traíra. Fiquei ‘p***’ com ele, que me falou que virou Paysandu. Mas é meu filho e tenho que aceitar suas escolhas”, disse.

Ronaldo da Trovão é uma figura conhecida nos estádios não só de Belém, mas como do país inteiro. O torcedor sempre viaja com amigos para acompanhar o Leão Azul pelo país, além de ser lembrado pelo famoso chapéu com o escudo do Remo, a miniatura do Leão e também pelas loucuras, como subir na torre de iluminação da Curuzu, em um Re-Pa de 2002, e pendurar uma bandeira do Remo no estádio bicolor.

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