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Quadro Tático: Remo precisa realizar ajustes no meio para ser mais competitivo no Re-Pa

Aos poucos, Eduardo Baptista vai dando uma cara ao time. Resta saber se essa tendência seguirá para o classico.

Caio Maia/ O Liberal

Após o empate em 2 a 2 no Re-Pa de ida das semifinais da Copa Verde, o Remo volta ao gramado neste sábado (4), às 17h, no Baenão, em busca da vaga na decisão do torneio regional. A qualidade do elenco azulino e a presença do Fenômeno Azul dariam ao Leão, em condições normais, o status de favorito no duelo contra o Paysandu. No entanto, a situação atual do clube é completamente atípica. Com um rebaixamento nas costas e o elenco sendo desmanchado, a postura do Remo para o clássico ainda é uma incógnita.

Apesar disso, o Re-Pa da Curuzu serviu para mostrar ao torcedor azulino três coisas: 

  • Qual é Leão entrará em campo
  • O que se deve fazer para vencer
  • O que se deve evitar no Re-Pa

O Quadro Tático analisou a postura azulina na última partida e fez uma "previsão" de como o Remo entrará em campo.

A "cara" do Leão

Aos poucos, Eduardo Baptista vai dando uma cara ao Remo. Com o passar das partidas é possível identificar algumas tendências da equipe, que devem ser repetidas contra o Paysandu.

A primeira está na criação de jogadas. O Remo de Baptista gosta de produzir lances de perigo pelas pontas. Laterais e atacantes trocam de posições e geram oportunidades, por meio de cruzamentos, para Neto Pessoa, o homem de referência do Leão.

Por outro lado, o meio-de-campo, que com Felipe Conceição era mais construtor, se torna mais recuperador de bola. A principal função do setor é roubar a posse do adversário e cadenciar o jogo, diminuindo o ritmo da partida.

Acertos e mudanças

Foco. Essa será a chave para um bom resultado do Remo no Baenão. Na partida da Curuzu, era visível uma entrega e dedicação maior dos jogadores do Paysandu. Por outro lado, o Remo pecava na saída de bola, gerando lances de perigo para o adversário. Inclusive, ambos os gols do Paysandu saíram após falhas defensivas do Leão.

Para isso, o Remo deve ter um volante mais pegador e outro que cadencie mais o jogo, junto com Felipe Gedoz. Fazer essa alternância pode ser um bom caminho para controlar a partida.

Por outro lado é fundamental que esse volante marcador ajude a zaga azulina. A defesa lenta do Leão vira presa fácil para as boas investidas de Danrlei, atacante do Papão e que fez bom jogo na Curuzu.

Na frente, o Remo deve manter a intensidade nas pontas. A explosão dos atacantes em cima de Leandro Silva - pouco veloz - e Diego Matos - mau marcador - podem ser a peça chave entre a vitória ou derrota na partida do Baenão. 

Remo
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