A derrota do Remo para o Santos por 1 a 0 marcou o fim da campanha azulina na Copa do Brasil 2026. Após a eliminação, o clube fez duras críticas à arbitragem da partida, comandada por Anderson Daronco em campo e por Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira no árbitro de vídeo (VAR).
O vice-presidente do Remo, Glauber Gonçalves, afirmou que a equipe foi prejudicada pela atuação da arbitragem e defendeu a profissionalização dos árbitros brasileiros. Segundo ele, a interferência do VAR no lance que resultou na expulsão de um jogador azulino foi decisiva para o resultado da partida.
Dirigente critica atuação do VAR
Para Glauber Gonçalves, o árbitro de vídeo não deveria ter interferido no lance que culminou com a expulsão do atleta do Remo.
"Hoje mais uma vez ocorreu um grande absurdo da arbitragem brasileira. O VAR e o árbitro acabaram com o jogo e o Remo foi mais uma vez prejudicado. O VAR não era para interferir em nenhum lance e chamou o árbitro para interferir na expulsão do nosso jogador. Não temos mais o que falar. Esse VAR foi o que fez Vitória-BA x Palmeiras e veja o que aconteceu. Mais uma vez prejudicam os clubes das regiões Norte e Nordeste e prevalecem novamente os times do eixo (Sul-Sudeste)", declarou.
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O dirigente também voltou a defender mudanças na arbitragem nacional e afirmou que a expulsão comprometeu o desempenho da equipe durante o restante da partida.
"Temos que urgentemente profissionalizar a arbitragem brasileira. Não tem mais o que falar e perceber o que aconteceu. Aquele lance que ocasionou a expulsão foi o que prejudicou o Remo a partida inteira e, consequentemente, tivemos a derrota em campo. Infelizmente, o VAR e o árbitro, a arbitragem brasileira, mais uma vez prejudicaram o Clube do Remo", concluiu.