A possibilidade de anulação da eleição para presidente do Paysandu pode não ir adiante. Esta é a forma que a Assembleia Geral do clube trata do assunto levantado pela oposição após supostas falhas no processo eleitoral envolvendo a chapa liderada por Márcio Tuma, candidato à reeleição.
Ao O Liberal, Fred Cabral, presidente da Assembleia Geral do Paysandu, disse não acreditar nesta possibilidade e ressaltou que tudo o que foi determinado pela Justiça está sendo cumprido no pleito bicolor.
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"Não acredito nisso (chance de impugnação da eleição). Tudo o que foi determinado pela Justiça está sendo cumprido. O que está acontecendo aqui hoje não pode ser diferente de nenhuma determinação da Justiça. Não teve nada que impedisse o processo eleitoral. Ele está sendo feito, super bem conduzido. Não vejo este cenário. Agora, tudo o que está sendo protocolado, pleiteado é de direito de qualquer associado do Paysandu e será tratado na Justiça", disse.

A reportagem de O Liberal revelou nesta terça-feira (3) que a oposição alega que a chapa de Márcio Tuma foi inscrita fora do que consta no estatuto do clube, que prevê um número mínimo de conselheiros fiscais para viabilizar a candidatura.
Porém, Fred Cabral explicou que a chapa está dentro da legalidade, visto que um conselheiro citado pelo grupo de Márcio Tuma decidiu por vontade própria retirar a candidatura ao ser constatada irregularidade do mesmo no processo eleitoral.
"O que o estatuto prevê é que a candidatura da diretoria executiva (presidência) tenha que viabilizar oito candidaturas (do Conselho Fiscal). Todas foram viabilizadas. A Assembleia Geral, não orbigatoriamente, tem que aceitar oito candidaturas conforme foi apresentada. Uma delas se identificou uma possível irregularidade e na chance que foi dada ao candidato para se explicar, ele decidiu renunciar. Foram admitidas sete e o processo segue", explicou.
Ainda de acordo com Fred Cabral, o pleito segue sem maiores intecorrências. A principal preocupação era quanto ao voto manual, já que o Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE) não cedeu as urnas eletrônicas por falta de tempo hábil da solicitação do clube.
"Está tudo ocorrendo como o previsto. Tudo dentro da normalidade. Existe uma preocupação por ser método de voto manual de ter mais filas, mas isso não aconteceu. Todos estão esperando muito pouco tempo para votar. Está tudo sob controle até agora", finalizou.
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