Grupo resgata o gosto pela prática do futebol de botão envolvendo Remo, Paysandu e Tuna em Belém

Caverna Clube de Botão organiza competições entre seus jogadores

Braz Chucre

Aquele gostoso jogo de botão nas calçadas que depois evoluiu para celotex e em seguida se transformou de futebol mesa com regras e campeonato, inclusive com participação do Remo, Paysandu, Tuna e outros clubes do subúrbio, está bem vivo e muito atuante desde de 2016.

Um grupo de desportistas, autênticos botonistas, teve a feliz ideia de criar o "Caverna Clube do Botão" com única finalidade de agregar, reunir amigos, família por meio do salutar esporte de botão. "Eu e um primo em passeio por São Paulo no ano de 2016 conhecemos um parceiro que começou a um trabalho de customização de times de botão em vidrilho. Compramos e passamos a jogar e ai veio mais gente, amigos. Então, criamos uma conta no instagram e a coisa pegou de jeito", diz, Charles Ujimori.

Há três anos, a bola vem rolando em competições denominadas de Campeonato Brasileiro, Liga Europa, Copa das Nações, Copa do Mundo. Cada evento tem uma sigla. "Estamos promovendo nossa 1ª Copa do Mundo. Ela começou com vinte seleções e teve como campeã a equpe da Nigéria que venceu Japão na decisão", conta.

Os jogos foram realizados no espaço de lazer no prédio Piazza Toscana, sob organização de Jean Piazza. Para o mês de agosto está previsto o Brasileirão com 20 a 22 clubes nacionais. Ujimori lança o convite aos jogadores com botão de vidrilho para fazer parte do grupo. 'Estamos no facebook. É a nossa família botonista", pontua.

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