No Dia do professor, ídolos do Remo e do Paysandu citam os melhores 'professores' do futebol

Sandro Goiano e Mesquita revelaram quais os melhores treinadores que tiveram na carreira

Fabio Will

A data de 15 de outubro é celebrada como “O Dia do Professor”, figura importante dentro da sala de aula e que repassa o conhecimento, sempre dedicando seu tempo aos alunos. No futebol, o cenário e as lições mudam, mas os jogadores costumam ter no treinador o seu orientador, o “professor” carinhosamente chamado no mundo da bola. A equipe de OLiberal conversou com dois ídolos da dupla Re-Pa, que confessaram quais foram os melhores professores.

O ex-jogador Mesquita, ídolo do Remo nas décadas de 70 e 80, reconhece a importância de ter um bom mestre e elegeu um mais importante. “O melhor técnico que tive foi Aloísio Brasil, na Tuna. Ele me orientou na base, nos deu personalidade profissional, além de ter orientado seus atletas para a vida. Mostrou que iríamos nos encontrar tanto dentro quanto fora de campo. Tínhamos entre 16 e 17 anos, na década de 70 e continuou conosco no profissional. Sou grato a ele e que Deus o tenha em um bom lugar", comentou, Mesquita.

"O Aloísio me orientou na base, nos deu personalidade profissional, além de ter orientado seus atletas para a vida", Mesquita, ex-jogador e ídolo do Remo.

Pelo lado bicolor, o ex-jogador Sandro Goiano, campeão de tudo pelo Paysandu, entre os títulos mais importantes a Copa dos Campeões e a Copa Norte, escolheu alguns nomes importantes do futebol nacional. Sandro comentou sobre três professores que marcaram sua vida como atleta. “Tive muitos treinadores que eu considero, mas com Givanildo Oliveira, Mano Menezes e Nelsinho Baptista, eu aprendi muito. Como é uma homenagem aos professores, eu digo que esses sabiam explicar melhor a ‘matéria", brincou.

"Givanildo Oliveira, Mano Menezes e Nelsinho Baptista. Como é uma homenagem aos professores, eu digo que esses sabiam explicar melhor a ‘matéria", Sandro Goiano, ex-jogador e ídolo do Paysandu.

Treinador ou professor?

A partir da década de 90, treinador passou a ser chamade de professor pelos jogadores. Ter conhecimento e saber conduzir são tarefas dos treinadores e isso faz a diferença também fora da sala de aula. No futebol, as figuras dos treinadores são emblemática e o “jogo de cintura” que a educação no país requer, também é levada para as quatro linhas.

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