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Irmãos paraenses vivem sonho e são contratados pelas categorias de base do Corinthians

Enzo, de 8 anos, e Luiz Eduardo, de 10, foram sondadas por outros clubes de fora do estado, entre eles o Flamengo.

Caio Maia/ O Liberal

Dois pequenos paraenses estam vivendo o sonho de qualquer jovem jogador de futebol: a oportunidade de treinar em um dos maiores clubes do Brasil. Enzo, de 8 anos, e Luiz Eduardo, de 10, são irmãos foram aprovados em uma seleção do Corinthians e estão jogando nas categorias de base do Timão. De acordo com o pai das crianças, Sirley Mendes, antes de acertarem com o clube paulista, as crianças foram sondadas por outros clubes de fora do estado, entre eles o Flamengo.

"Ficamos em êxtase com os contatos. Não é normal uma oportunidade dessa. Meu sonho é sempre ver eles felizes e eles se sentem muito bem jogando futebol", contou o pai.

Segundo ele, a história dos meninos com o esporte começou desde muito cedo. Ambos começaram com 3 anos, mas jogam em posições diferentes. Enzo é meia e Eduardo, o Dudu, é goleiro. Antes de receberem contatos de fora do estado, os garotos já haviam defendido as cores das duas maiores torcidas do estado: Remo e Paysandu.

"Os meninos, com cinco anos, foram pro Paysandu, e com seis foram pro Remo. Na época, o treinador dos meninos no Paysandu foi contratado pelo Remo e levou eles pra lá", conta Sirley.

O pai explica que o contato dos times de fora do estado ocorreu em julho, depois que os garotos fizeram uma clínica de avaliação física para atletas federados. O dono da estrutura tinha contatos com o Corinthins e foi aí que surgiu o primeiro contato.

"Conversamos com a minha esposa e decidimos lecar eles pra São Paulo pra fazerem avaliações. Lá os dois foram aprovados. Dias depois recebemos contato do Flamengo e fomos para o Rio de Janeiro, fazer mais testes. Mas lá um dos meninos não foi selecionado. Decidimos, então, ficar no Corinthians", explica.

Segundo Sirley, a ida para São Paulo com os garotos foi bastante difícil, principalmente pelo aspecto financeiro. Ele conta que, em Belém, trabalhava como motorista de aplicativo e contou com a ajuda de muitas pessoas para custear a ida até a capital paulista.

"Fizemos rifas e recebemos doações. Viemos pra cá (São Paulo) de carro. Aqui o clube nos dá uma ajuda de custo, escola pros meninos e plano de saúde. Minha esposa segue em Belém e alguns parentes nos ajudam aqui, até eu conseguir um emprego", disse Sirley.

 

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