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Caso Robinho

Caso Robinho: presidente do STJ assina determinação para prender ex-jogador

Robinho foi condenado a 9 anos de prisão pelo crime de estupro, na Itália, e, na última quarta-feira (20), o Superior Tribunal de Justiça votou a favor da ação que pedia a homologação da sentença no Brasil

Andréia Santana

21 de março de 2024 às 16:59

Robinho foi acusado de crime de estupro em 2009 e 2013. Neste último, o jogador foi condenado a 9 anos de prisão.

Robinho foi acusado de crime de estupro em 2009 e 2013. Neste último, o jogador foi condenado a 9 anos de prisão. ( Foto: Reprodução/Gazeta Esportiva )

A presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Maria Thereza de Assis Moura, assinou, nesta quinta-feira (21), a determinação que ordena que a Justiça Federal de Santos cumpra a prisão do ex-jogador Robinho, condenado a 9 anos de prisão pelo crime de estupro na Itália. 

Na última quarta-feira (20), a corte especial do STJ considerou constitucional o pedido do governo italiano para a homologação da sentença no Brasil, já que, por ser brasileiro, Robinho não pode ser extraditado para cumprir a prisão no exterior. Na decisão, o STJ determinou a prisão imediata, em regime fechado, do ex-jogador. 

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O despacho da presidente do STJ para a Justiça de Santos é uma etapa necessária para que a prisão de Robinho ocorra. O ex-jogador é morador da cidade no litoral paulista, e pode ser preso em casa. 

A defesa de Robinho, foi pega desprevenida pela ação do STJ e já acionou o Supremo Tribunal Federal (STF), solicitando o Habeas Corpus do ex-jogador, para que ele aguarde a resolução de todos os recursos em liberdade. O ministro Luiz Fux é o relator do pedido.