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Assista: conheça a história do massagista que une futebol, fé e música na Tuna Luso

Marcinho Ribeiro de 50 anos viralizou ao tocar piano para o elenco da Águia

Andre Gomes

Com um 5 a 3 sobre o Bragantino no meio de semana, a Tuna Luso encerrou a primeira fase do Parazão 2021 com a quarta melhor campanha geral. Mas um dos momentos que marcaram a Águia Guerreira nesta etapa foi fora de campo: o vídeo do massagista do clube Marcinho Ribeiro, de 50 anos, tocando piano para os jogadores do clube. A equipe de O Liberal foi conhecer esta história lá no Estádio do Souza.

Quando tudo começou...

Para chegarmos até o momento que viralizou nas redes sociais, temos que recuar até setembro do ano passado, quando a Tuna contratou o técnico Robson Melo para a disputa da Segundinha do Parazão. À reportagem, Marcinho contou que Robson, que é cristão, passou a convidar palestrantes para as concentrações da equipe, antes das partidas. Foi então que surgiu uma oportunidade para o massagista:

"Foi algo espontâneo, independente de religião. Eu estava ali, meio acanhado, participando, mas em algumas viagens não deu de levar palestrantes. Aí foi quando eu entrei com a música e foi maravilhoso. Calhou de estarmos em um hotel que tinha um piano e aí foi aquele vídeo que viralizou: a gente tocando com toda a equipe da Tuna", explicou o tunante Marcinho, que está há 30 anos no futebol e há cinco trabalhando na Lusa.

Massagista mostra o seu talento no campo do Souza (Ivan Duarte / O Liberal)

Herança compartilhada com o elenco

Segundo o massagista, a empreitada na música vem de muito tempo: é herança dos pais, que também foram músicos. A família de Marcinho também não escapou, já que o filho e a esposa cantam com ele na igreja.

"A música é sentimento e a gente veio agregar com o gospel. Abriu-se as portas aqui na Tuna para este trabalho. No momento que estamos passando, a música, o louvor trazem sentimentos de fé para cada um de nós", comentou Marcinho. 

O meia Lukinha, ex-Remo, e um dos destaque da Águia, opinou que momentos como este contribuíram para a união do grupo e título da segunda divisão paraense e também para a arrancada e a classificação para as quartas de final da elite do estadual:

"É um momento importante, nosso e único com Deus. Naquele momento de união, a gente está todo mundo junto, orando e pedindo proteção a Deus. Isso aí já vem na nossa caminhada desde a Segundinha e que foi muito importante nesta sequência", disse Lukinha.

Louvores tocados por Marcinho embalam concentração do elenco da Tuna (Ivan Duarte / O Liberal)

A repercussão

Mais do que ser reconhecido, Marcinho afirma que a repercussão do caso pode servir para acalentar corações aflitos, em meio à pandemia da covid-19: "Eu acho que veio na hora certa, pelo momento que estamos vivendo. Momento de termos fé, fraternidade, amarmos uns aos outros. E esse momento tem enchido e transformado nossos corações e é algo que com 30 anos de futebol que eu não tinha passado. Só acrescentou felicidade e fé na minha vida", finalizou Marcinho.

Futebol
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