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Saiba o que as pesquisas mais feitas no Google em 2021 revelam sobre a situação econômica do país

Pesquisas mais repetidas no site apontam os principais interesses financeiros de parte da população

O Liberal

13 de dezembro de 2021 às 13:54

( Foto: Divulgação )

Segundo levantamento divulgado na última quarta-feira (8) algumas das pesquisas mais realizadas no google, revelam informações sobre a situação econômica do país e interesses financeiros de parte da população. As informações são do portal InfoMoney.

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“Como ser entregador do Mercado Livre?”, “Como ser Uber?” e “Como ser corretor de imóveis?” são umas das perguntas mais feitas no site. Estes questionamentos estão associados a trabalhos, normalmente, informais e que, segundo um levantamento da FGV, o Índice de Economia Subterrânea, divulgado no último dia 8, a economia informal do Brasil já movimentou R$ 1,3 trilhão este ano – o que equivale ao PIB da Suíça.

A tal da Economia Subterrânea engloba desde atividades legais não registradas realizadas por autônomos ou ambulantes até atividades ilegais como contrabando, pirataria e 

Bitcoin

Mas as buscas no Google não pararam por aí. Outra pergunta entre as mais procuradas do site de busca foi “Quanto custa 1 bitcoin?”. A resposta pode variar bastante.

Na semana passada, por exemplo, a cotação do Bitcoin caiu mais de 20% – a maior queda desde maio, quando a China baniu a mineração de criptomoedas no país.

E isso aconteceu em pleno fim de semana, na madrugada do último dia 4 porque, diferente do resto do mercado, que tem hora para abrir e fechar, as criptos não param nunca. Outra grande diferença é que não existe um limite para a alavancagem, isto é, não há um valor máximo de criptomoedas que alguém pode “alugar” para realizar operações e tentar maximizar seus ganhos. Isso acabou gerando um efeito cascata: investidores que estavam muito alavancados, preferiram encerrar logo suas operações quando viram um movimento de queda no ativo, o que fez com que outros investidores alavancados corressem para fazer o mesmo, num efeito dominó.

Somente no sábado o bitcoin teve mais de US$ 1 bilhão de vendas. Aí segue-se o movimento típico de mercado: quando a oferta é demais, o preço cai. Para especialistas, contudo, o mergulho do bitcoin tem um lado positivo: o número de posições alavancadas caiu 22%. Com isso, o mercado ficaria mais “saudável”, em teoria.

Por outro lado, o Índice de Medo e Ganância do Bitcoin, que mede o sentimento do mercado com relação à criptomoeda, agora está no nível “medo extremo”.