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BEABÁ COM BEL

Por Bel Soares

Coluna assinada por Bel Soares que é Comunicóloga por formação e paixão, especialista em Comunicação Humanizada, atuante na Assessoria de Marcas Pessoais e colunista e podcaster do Beabá com Bel. | belmsoares@hotmail.com

Rainha do Branding Pessoal

Bel Soares

É inegável, diria até indiscutível, a solidez da imagem da Rainha Elizabeth II e, dentro do contexto do Branding Pessoal, dá para tirarmos umas boas lições disso.

Se o ponto de partida do Branding Pessoal é tomarmos consciência de que todos somos uma marca e, como tal, emitimos sinais o tempo inteiro, como a marca da soberana conseguiu por tanto tempo sinalizar tal solidez?!?

Poderia enumerar aqui diversos pontos, mas separei os que eu, simples “plebeia”, considero mais relevante:

Sua majestade, Rainha Elizabeth II, foi uma das primeiras chefes de estado a enviar um e-mail, em 1976, você sabia? Isso, na minha opinião, já faz dela uma marca pessoal aberta a mudanças e adaptável, duas características que considero cruciais num mundo cada vez mais acelerado e vulnerável.

O dito popular “roupa suja se lava em casa” caiu como uma luva para o reinado, que durou 70 anos, de uma Rainha que teve que conviver e testemunhar com inúmeros escândalos envolvendo os seus e sequer, em público, mudou ao menos o semblante. Ela entendeu, compreendeu e se preparou desde muito cedo para gestões de crise e, na hora certa, optava pelo silêncio ou pelas poucas e assertivas palavras. Quanta elegância para lidar com conflitos, desconheço alguém que fez isso tão bem quanto ela.

Aliás, outro ponto que considero elegante e que também contribuiu para solidez de sua imagem foi o uso da escuta ativa. A soberana, ao receber inúmeros líderes, dirigentes de países e grandes personalidades, falava quando o microfone era seu e ouvia com atenção e olho no olho quando a fala estava com o outro. Existem diversos vídeos desses encontros (que vocês podem acessar, inclusive, no Youtube) que mostram bem isso.

Já a identidade imagética da soberana, com toda sua comunicação verbal e não-verbal era uma verdadeira comunhão de sinais minimamente orquestrados para transmitir exatamente o que ela era: uma rainha de valores inegociáveis, empática, simpática e firme. As cores, que serviram para que ela não “escapasse” aos olhos de sua segurança, foram também uma estratégia de humanização.

E por fim, liderou pelo exemplo e isso construiu a sua (boa) reputação, algo imprescindível para uma marca pessoal forte e consolidada.

E nós? O que podemos aprender com isso?

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