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Empreendedora paraense entrelaça devoção à Nossa Senhora Nazaré e valorização da culinária regional

O amor pela comida paraense fez com que Maria Helena Galdino criasse o 'Sabor da Nega' e o 'bolinho de maniçoba'

O Liberal

O afeto construído durante o ato de cozinhar e a vontade de dividir momentos prazerosos ao lado de quem se ama, aliado, claro, à uma boa comida,  foram os ingredientes principais que deram origem ao empreendimento ‘Sabor da Nega’, da paraense Maria Helena Galdino. 

No ramo há cinco anos, a empreendedora, que se auto declara apaixonada pela gastronomia regional, conta que teve como maior influência e fonte de inspiração a mãe, que sempre gostou de reunir a família e preparar as refeições com muito amor. E não foi à toa que a empresa alimentícia de Maria Helena surgiu também rodeada de afeição.

Inicialmente, o ‘Sabor da Nega’ funcionava no quintal de casa da paraense e as iguarias eram vendidas apenas para amigos próximos. Mas, o investimento deu tão certo que outras pessoas próximas aos conhecidos passaram a  frequentar o espaço e, logo, aquela área ficou pequena para tanta gente.

A nova casa do estabelecimento funciona na Avenida Rômulo Maiorana, próximo a travessa Vileta. E carrega como carro-chefe da casa, desde a inauguração, o famoso bolinho de maniçoba. A novidade é um sucesso entre os frequentadores do restaurante e propõe ao cliente uma experiência gastronômica que foge do tradicional. Assim, como também o arroz de pato com tucupi, um dos pratos mais tradicionais da quadra nazarena que é oferecido de uma forma mais cremosa.

Confira como fazer o famoso bolinho de maniçoba

(Arquivo pessoal)

“A aceitação  [do público] foi natural. Os clientes adoraram e alguns até se surpreenderam por termos toda aquela variação em nosso cardápio. Até hoje é servida na casa [para os] paraenses e turistas”, afirma Maria Helena, orgulhosa por agradar o paladar dos fregueses.

Outros pratos regionais também podem ser encontrados no cardápio do restaurante, como o vatapá, a maniçoba, o peixe-frito e o caruru. E uma infinidade de pastéis que carregam o nome de celebridades paraenses, como Luciana Bastos, o de tacacá e o da Viviane Batidão, de pernil com queijo.

Círio de Nazaré: a fé e a gastronomia se entrelaçam em um só nó

 

Criada em uma família católica, a devoção à Nossa Senhora de Nazaré veio de berço para proprietária do ‘Sabor da Nega'. Para Maria Helena, comemorar a data sempre simbolizou reunir a família no almoço do Círio e comemorar um momento de muito amor e promessas divinas.

“Ao decorrer da minha vida, tive momentos de maior aproximação com nossa senhora, de muita fé. E fui me encantando cada vez mais pelo círio, ao perceber a força que ele tem na vida, no cotidiano do nosso povo, principalmente quando chega a época dele. É a melhor época do ano. Tudo é diferente”, declara. 

(Amanda Martins, estagiária de jornalismo, sob a supervisão de Heloá Canali)

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