Acessar
Alterar Senha
Cadastro Novo

Vereador é condenado à prisão por arrastar e amarrar esposa em tronco

A vítima relatou que já havia denunciado agressões anteriores à polícia

Luciana Carvalho

Um vereador foi condenado na última segunda-feira (18) a quatro anos de prisão, por arrastar a esposa pelo quintal de casa e amarrá-la em um tronco. As informações são do portal Metrópoles.

VEJA MAIS

Violência doméstica: Saiba como pedir socorro em caso de ameaça ou agressão Vítimas e denunciantes podem ser atendidos pelas equipes por meio de códigos ou canais que não necessitam de identificação

Paraense vítima de violência doméstica é socorrida após pedir açaí em ferramenta de denúncia A atendente do Ciop entendeu a mensagem da vítima e uma viatura foi enviada imediatamente ao local. O agressor foi preso

Advar do Senharol (PSD), vereador da cidade de Serranópolis de Minas (MG), deverá cumprir a sentença em regime aberto por lesão corporal e ameaça. Além da sentença, a Justiça também determinou a perda do mandato do vereador e o pagamento de uma indenização por danos morais de R$ 10 mil à vítima.

“Os crimes foram praticados no âmbito familiar, caracterizando também a violência doméstica, o que reforça a necessidade de severa repreensão pelo direito penal”, informou o juiz Rodrigo Di Gioia Colosimo, do Fórum da Comarca de Porteirinha.

Segundo a denúncia do Ministério Público, a agressão ocorreu no dia 22 de setembro de 2021, depois que a mulher acessou o Facebook pelo celular, ação que teria sido proibida pelo parlamentar. O homem então, destruiu o telefone da companheira e a ameaçou para que as agressões não fossem relatadas à polícia, segundo a promotoria. Ele ainda teria feito novas ameaças para que as queixas e o pedido de concessão de medidas protetivas fossem retirados.

A vítima afirmou à polícia que vivia em união estável com o vereador há cerca de 20 anos. O casal tem três filhos juntos, de 18, 14 e 2 anos. Ela disse ainda que já havia denunciado agressões anteriores à polícia. A mulher também relatou que o companheiro fez ameaças de morte aos seus familiares.

"O Tribunal do Júri considerou que não houve crime de feminicídio, conforme denúncia do Ministério Público e, sim, de lesão corporal, com o agravante de ter sido causada em razão de a vítima ser mulher", informou em nota, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG).

(Luciana Carvalho, estagiária, sob supervisão de Keila Ferreira, Coordenadora do Núcleo de Política)

Brasil
.

Desculpe pela interrupção. Detectamos que você possui um bloqueador de anúncios ativo!

Oferecemos notícia e informação de graça, mas produzir conteúdo de qualidade não é.

Os anúncios são uma forma de garantir a receita do portal e o pagamento dos profissionais envolvidos.

Por favor, desative ou remova o bloqueador de anúncios do seu navegador para continuar sua navegação sem interrupções. Obrigado!

ÚLTIMAS EM BRASIL

MAIS LIDAS EM BRASIL