Suspeitos de envolvimento na morte de delator do PCC são soltos em menos de 24 horas

Governador Tarcísio havia anunciado as prisões nas redes sociais; flagrante foi revogado por falta de provas.

Jéssica Nascimento
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Dois homens presos sob suspeita de ligação com a morte de Vinícius Gritzbach, ex-delator do Primeiro Comando da Capital (PCC), foram soltos em menos de 24 horas. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), chegou a divulgar as prisões nas redes sociais, destacando a apreensão de cerca de 100 munições de fuzil encontradas em um carro e uma moto no momento da captura. (Com informações da CNN)

Segundo o advogado Eduardo Kuntz, que representa um dos suspeitos, a soltura ocorreu porque “o flagrante foi revogado por falta de provas”. A Polícia Civil informou que os dois homens haviam sido presos na última sexta-feira (6) após denúncias anônimas indicarem que o local onde estavam seria utilizado como depósito de armas e munições pelo crime organizado.

Investigação em andamento

O delegado Osvaldo Nico Gonçalves, secretário-executivo de Segurança Pública de São Paulo, detalhou a operação que resultou nas prisões. “Prendemos algumas pessoas como testemunhas, que já foram liberadas. Em seguida, capturamos três indivíduos com graus de parentesco. Um deles tinha a missão clara, assumida, de levar o olheiro do crime para o Rio de Janeiro. Os outros dois foram detidos com munições de fuzil do mesmo calibre usado no crime”, afirmou.

Ao ser questionado sobre as liberações rápidas, Nico defendeu o trabalho policial. “Investigações, às vezes, são demoradas. Estamos há um mês focados nesse caso e recebemos cobranças diárias do governador e do secretário de Segurança. Quem estiver envolvido no crime vai pagar, isso é certo. Nossa prioridade é dar uma resposta à sociedade, e seguimos empenhados nesse objetivo”, garantiu.

Próximos passos

Dos três presos pela Tropa de Choque da Polícia Militar, apenas um permanece sob custódia, aguardando decisão da audiência de custódia. Trata-se de um jovem de 19 anos, apontado pela investigação como responsável por ajudar a transportar o olheiro do crime até o estado do Rio de Janeiro. A Justiça deve decidir em breve se mantém ou não sua prisão preventiva.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

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