O corredor e publicitário Julio Barreto morreu aos 50 anos, neste domingo (26), ao cruzar a linha de chegada depois de ter corrido 21,1 quilômetros na corrida de rua "SP City Marathon", em São Paulo. Ao finalizar a longa maratona pela cidade, Julio apresentou perda de consciência e ausência de resposta a estímulos, que já identificavam sintomas de uma parada cardíaca, a causa da morte do publicitário.
Em nota, a Iguana Sports, patrocinadora da corrida junto com a Nike, explicou detalhes do episódio. "Após a chegada, Júlio apresentou episódio de perda de consciência e ausência de resposta a estímulos, sendo atendido pela equipe médica do evento, que iniciou as manobras de reanimação no local. Encaminhado ao hospital, recebeu todo o suporte avançado disponível, mas, apesar de todos os esforços, não resistiu", disse.
A 10ª edição da corrida de rua "SP City Marathon" contou com duas modalidades na capital paulista: a maratona com 42,2 km de distância e a meia-maratona de 21,1 km de distância, que foi a que Julio se inscreveu, participou e pôde concluir o trajeto antes de falecer no local.
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Últimas homenagens a Julio Barreto
Nas mídias sociais, os amigos publicaram as últimas homenagens à Julio Barreto. “Difícil acreditar, muito triste tudo isso!! Ainda ontem foi no treino e tirou foto conosco. Que Deus dê muita força a toda a família nesse momento tão difícil!!”, comentou Paula Hefler. “Uma pessoa que amava o esporte e com certeza inspirava muitos do grupo. Será sempre lembrado", escreveu a nutricionista Camila Porto, que atendia o publicitário.
O grupo Vila Leopoldina Road Runners, da qual ele fazia parte também prestou solidariedade com a morte de Julio. “Hoje nos despedimos de alguém que fez parte da nossa equipe, compartilhou treinos, desafios, conquistas e deixou sua marca entre todos nós. Neste momento de profunda dor, expressamos nossos mais sinceros sentimentos aos familiares, amigos e a todos que tiveram o privilégio de conviver com ele”, escreveu.
(Victoria Rodrigues, estagiária de Jornalismo, sob supervisão de Vanessa Pinheiro, editora web em Oliberal.com)
