Segundo a PF, as apurações tiveram início após o relato de uma vítima que, ao viajar para o exterior por meio do esquema investigado, sofreu violência e passou a receber ameaças
Segundo Inês Marinho, fundadora da ONG portuguesa Não Partilhes, que ajuda mulheres sobreviventes de violência sexual, a vítima a teria contatado de maneira anônima e relatado seu caso
De acordo com relatos, o suspeito teria utilizado a religião de matriz africana para aliciar suas vítimas, cometendo abusos sexuais durante supostos rituais
Encontro a portas fechadas ocorre em meio à pressão que a igreja tem recebido por questões como o papel das mulheres e a violência sexual contra menores
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