Grupo apontava para a exploração clandestina de camarotes, obtenção de vantagens econômicas indevidas, além de tentativas de coação no curso de processo judicial
O documento também autoriza o STF a instaurar oficialmente a ação penal, procedimento pelo qual os réus passam a responder formalmente pelo crime imputado.
A investigação mostra que Eduardo e Paulo Figueiredo utilizaram ameaças sobre sanções estrangeiras, projetadas para ministros do STF, para pressionar que não se aplicasse condenação penal no processo contra Bolsonaro.
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