Jovem esfaqueada mais de 30 vezes no RJ após recusar pedido de namoro recebe alta do hospital
O acusado teria invadido a casa de Alana e cometido o crime após ela recusar uma proposta de namoro em dezembro de 2025
A jovem Alana Anísio Rosa, de 20 anos, recebeu alta hospitalar nesta quarta-feira, 4. Ela estava internada desde o dia 6 de fevereiro no hospital de São Gonçalo, no Rio de Janeiro, após ser esfaqueada mais de 30 vezes por um homem que teve o pedido de namoro recusado.
Durante a internação, Alana foi submetida a tratamento intensivo, chegou a ser colocada em coma induzido e respirou por aparelhos. O suspeito do crime é Luiz Felipe Sampaio, que teria invadido a casa da jovem e cometido o ataque após a recusa de uma proposta de namoro em dezembro de 2025. Sampaio está preso preventivamente desde o dia do crime por tentativa de feminicídio.
A mãe de Alana, Jaderluce Anísio de Oliveira, celebrou a alta da filha em postagem nas redes sociais. "O dia do renascimento do amor da minha vida. Foram dias de espera e angústias mas Deus deu a vitória!", escreveu ela, que vinha postando atualizações sobre o estado de saúde da filha nas últimas semanas.
Agradecimentos e Relatos da Família
Jaderluce também agradeceu à equipe do hospital. Em uma carta, os profissionais disseram ter sido um privilégio cuidar da jovem, definindo-a como "educada, estudiosa e cheia de luz". Os trabalhadores do hospital desejaram boa sorte para Alana nas próximas fases da vida.
Segundo a família de Alana, Sampaio a perseguia. "Ele tentou tirar a vida da minha filha, invadiu a minha casa. Ele não era o namorado dela, eles nunca tiveram nada, ele só cismou com ela", afirmou Jaderluce no Instagram, semanas antes da alta médica.
Perseguição Após Recusa de Namoro
A família relatou que Alana e Sampaio moravam no mesmo bairro de São Gonçalo. O suspeito tentou agradar a jovem, enviando-lhe presentes. Alana recusou um relacionamento de forma educada, alegando que estava concentrada nos estudos para ingressar na faculdade de medicina. Contudo, mesmo após a recusa, o homem não a deixou em paz, enviando cada vez mais mensagens até o dia do ataque.
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